Bahia — A queda para o Remo na Copa do Brasil e a saída precoce da Libertadores deixaram o Tricolor de Aço com um rombo estimado em R$ 35 milhões, valor que pressiona o caixa já no primeiro semestre de 2026.
- Em resumo: arrecadação com premiações despencou 88% em relação a 2025.
Redução drástica de prêmios liga sinal vermelho
Somando os R$ 2 milhões da Copa do Brasil e os R$ 2,6 milhões obtidos na fase preliminar da Libertadores, o Bahia encerra o ciclo de mata-matas com apenas R$ 4,6 milhões — distante dos R$ 39,8 milhões embolsados no ano passado. Segundo cálculo interno, a diferença de R$ 35 milhões força cortes imediatos, explicam dirigentes.
O alerta financeiro ganhou força após a eliminação registrada em 13/05/2026, data que marcou a despedida do clube na quinta fase do torneio nacional segundo informações da CBF.
“É um prejuízo financeiro muito grande, algo que não tem como recuperar até o fim do ano. O que podemos é tentar chegar ao melhor lugar possível em dezembro para ir para Libertadores pelo terceiro ano seguido”
Menos jogos na Fonte Nova agravam cenário
Além das premiações reduzidas, o Tricolor terá somente doze partidas como mandante até dezembro. Isso comprime a receita de matchday, que em 2025 rendeu cerca de R$ 85,5 milhões entre bilheteria, consumo e programas de associação.
Com o calendário enxuto, comissão técnica e diretoria convergem para uma prioridade: transformar o Brasileirão em passaporte à Libertadores 2027, o único caminho capaz de recompor o caixa no curto prazo.
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