Vasco — A diretoria cruz-maltina e o grupo liderado por Marcos Lamacchia avançam rumo a um acordo bilionário, mas ainda esbarram em como destinar o dinheiro futuro das vendas de atletas.
- Em resumo: clube exige reinvestir 100% das saídas no futebol; investidor quer flexibilidade.
Reinvestir ou diversificar? O nó que falta desatar
Nos bastidores, o Vasco defende que cada centavo oriundo de negociações de jogadores retorne ao campo, garantindo reforços e blindagem técnica. Já o grupo de Lamacchia prefere liberdade para aplicar os recursos conforme o momento financeiro do projeto, argumento alinhado a práticas usadas em outras SAFs reconhecidas pela Confederação Brasileira de Futebol.
Apesar do impasse, interlocutores relatam reuniões frequentes e clima de otimismo para chegar a um meio-termo ainda este mês.
“O projeto discutido prevê investimentos superiores a R$ 2 bilhões, incluindo responsabilidades relacionadas às dívidas do clube”.
Pedrinho acelera negociações após encontro direto
Na última semana, o presidente do Vasco se reuniu novamente com Lamacchia. Fontes classificam os entraves como “naturais”, dadas as cifras envolvidas, e apontam que a assinatura de um memorando de entendimento é o próximo passo.
O documento deverá contemplar aportes anuais, melhorias no CT Moacyr Barbosa e salvaguardas para evitar queda de desempenho esportivo, ponto sensível após experiências negativas vistas recentemente em outros clubes brasileiros.
O que você acha? Exigir que 100% das vendas volte ao futebol é garantia de competitividade ou trava o negócio? Para acompanhar mais sobre o Brasileirão, acesse nossa cobertura completa.

