São Paulo — Em meio a uma crise de caixa que já derrubou o técnico anterior, o Tricolor recebeu sinal verde de Dorival Júnior para voltar ao Morumbis, mas o valor de R$ 2,8 milhões mensais exigido pelo treinador mantém o acordo no congelador.
- Em resumo: Dorival aceita o cargo, porém não abre mão do salário milionário, ponto crítico para um clube que corta custos onde pode.
Pedida milionária e impasse financeiro
Dirigentes são-paulinos se reúnem ainda hoje com o estafe do treinador para tentar baixar a cifra. A ordem interna é clara: sem desconto, não há assinatura. O clube, pressionado por eliminações e folha inchada, estuda cenários que incluiriam bônus por metas em vez de salário fixo, prática já adotada no regulamento do Brasileirão em outros elencos.
Se a negociação travar, o plano B atende pelo nome de Juan Pablo Vojvoda, livre no mercado e considerado mais “pagável” dentro das projeções orçamentárias do departamento de futebol.
“Dorival Júnior está disposto a assumir o São Paulo, mas não pretende baixar sua pedida salarial, que atualmente está na casa dos R$ 2,8 milhões mensais.”
Herança de Roger Machado e o efeito dominó
A demissão de Roger Machado, oficializada após a derrota por 3 a 1 para o Juventude na terceira fase da Copa do Brasil, levou também a eliminação precoce na competição e aumentou a tensão com a torcida.
Para estancar a sangria, a diretoria aposta no histórico recente de Dorival, campeão da Copa do Brasil pelo clube em 2023 e conhecido por “arrumar a casa” sem grandes revoluções táticas. Internamente, o fato de já conhecer boa parte do elenco é visto como atalho precioso diante do próximo compromisso: o duelo contra o Fluminense, sábado (16), às 19h, no Maracanã.
O que você acha? Dorival deve ceder no salário para voltar ao Morumbis ou o São Paulo precisa buscar um nome mais barato? Para acompanhar mais sobre o Tricolor, acesse nossa cobertura completa.

