Bahia — Eliminado da Copa do Brasil após a derrota por 2 a 1 para o Remo, o Tricolor viveu novo capítulo de pressão quando Rogério Ceni escalou o artilheiro Luciano Juba em função mais defensiva, gerando revolta imediata da torcida.
- Em resumo: Ceni recuou Juba para “competir” com rivais de velocidade e irritou a massa tricolor.
Rogério Ceni minimiza gols do artilheiro
Questionado sobre a opção tática, o treinador justificou que precisava “quebrar” a marcação azulina e proteger o lado direito do campo. Ele citou o duelo individual entre Marcos Victor e Jajá como determinante, reforçando que Juba ofereceria mais “construção” partindo de trás. Detalhes da competição podem ser conferidos no site oficial da CBF.
Ceni ainda relativizou o peso dos gols do camisa 46, lembrando que muitos saem de bolas paradas — explicação que soou como desprestígio junto aos torcedores.
“É o artilheiro, realmente. Os gols que ele faz são de pênalti, dependem da falta, das bolas paradas… a maioria dos gols dele são feitos nessas situações.”
Torcida não perdoa nas redes sociais
Logo após a coletiva, multiplicaram-se posts acusando o técnico de “desmoralizar” o principal jogador da equipe. Comentários chamaram a fala de Ceni de “mentira” e criticaram a insistência em uma estrutura que, segundo eles, limitou o poder ofensivo em jogo decisivo.
A irritação ganhou força porque, antes mesmo da partida, a expectativa geral era de que Juba atuasse avançado, com Iago Borduchi na lateral. A inversão acabou lida como fator-chave para a queda precoce.
O que você acha? A escolha de Ceni foi coerente ou sacrificou o ataque? Para acompanhar mais análises da Copa do Brasil, acesse nossa cobertura completa.

