Iga Świątek — A número 1 do mundo esmagou Jessica Pegula em apenas 68 minutos e carimbou vaga na semifinal do WTA 1000 de Roma, deixando um claro recado às adversárias de Roland Garros.
- Em resumo: Polaca diz que voltou a sentir “o dano” dos seus golpes e vê o jogo “encaixar novamente”.
Roig impulsiona nova curva ascendente
A chegada de Francis Roig à equipa técnica coincide com uma Świątek mais agressiva e segura. O treinador, conhecido pelo trabalho com Rafael Nadal, potencializou a confiança da tenista na terra batida, como destacou reportagem da ESPN sobre circuitos de tênis.
Desde o início da campanha em Roma, a polaca exibe variação de ângulos, profundidade nos topspins e controle de ritmo que a tornaram praticamente intocável em 2020, 2022, 2023 e 2024 em Paris.
“Estou muito contente com o encontro. Desde o início senti que podia controlar cada troca de bola.”
Serviço ainda é detalhe, mas efeito decide
Mesmo reconhecendo que o saque pode evoluir, Świątek ressalta que, no saibro, a colocação supera a velocidade. Ela aposta na altura do ressalto para abrir quadra e acelerar a direita pesada, arma que desnorteou Pegula.
Com a confiança renovada, a líder do ranking reforça o favoritismo ao quinto troféu em Roland Garros, façanha que a colocaria ao lado de lendas da Era Aberta na superfície mais lenta do circuito.
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