Fórmula 1 — Aumentar a audiência na TV norte-americana virou a prioridade imediata da categoria, segundo Zak Brown, CEO da McLaren.
- Em resumo: Brown quer transformar o entusiasmo dos autódromos em números de televisão capazes de encarar a NFL.
Audiência de TV vira principal meta
Depois de firmar três etapas permanentes nos Estados Unidos — Miami, Austin e Las Vegas — e anunciar um acordo de cinco anos avaliado em aproximadamente US$ 750 milhões com a Apple, a F1 agora mira um salto de popularidade nas telinhas. De acordo com levantamento divulgado pela ESPN, a temporada passada alcançou média recorde de 1,3 milhão de telespectadores por prova no país, mas Brown quer mais.
Para o dirigente, somente um crescimento “significativo” na TV dará à F1 espaço equivalente ao dos esportes mais tradicionais do mercado norte-americano.
“Acho que serão as audiências de TV”, afirmou Brown ao ser questionado sobre a próxima etapa de desenvolvimento da Fórmula 1 nos EUA.
Expansão de corridas esbarra no calendário mundial
Embora acredite que os Estados Unidos “poderiam facilmente sustentar quatro ou cinco” Grandes Prêmios, Brown pondera que isso ocorreria “às custas de outros mercados nos quais precisamos entrar”. Áreas como África do Sul e Coreia aparecem no radar da categoria, que busca manter o equilíbrio global do calendário.
O executivo ressalta que a atual presença tripla em solo americano já oferece base sólida para a estratégia comercial da F1, permitindo concentrar esforços em elevar as audiências e, assim, consolidar patrocinadores e contratos de mídia de longo prazo.
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