George Russell — Em meio ao início do ciclo 2026 da Fórmula 1, o britânico usou o paddock de Miami para exigir carros mais leves e o resgate dos motores V8, tema que já movimenta FIA, equipes e a transmissão da Band.
- Em resumo: Russell apoia V8 com combustível sustentável e diz que reduzir peso é vital para corridas mais disputadas.
Pressão pública agita bastidores da categoria
O debate sobre o regulamento de 2031 ganhou velocidade quando o presidente da FIA, Mohammed Ben Sulayem, declarou que “o V8 está voltando”. A fala abriu espaço para que dirigentes como Toto Wolff e Laurent Mekies endossassem a ideia, indicando que a mudança pode ocorrer antes mesmo de um consenso entre fabricantes, segundo apuração da ESPN.
Russell, hoje vinte pontos atrás do companheiro Kimi Antonelli, aproveitou a onda: para ele, menos peso e motores mais barulhentos devolveriam emoção sem romper o compromisso ambiental, se abastecidos por combustíveis sustentáveis.
“Voltar aos V8 seria muito legal. O tema dos combustíveis sustentáveis é fantástico e acho que seria ótimo para a Fórmula 1.”
Peso dos carros vira ponto-chave
O piloto da Mercedes argumenta que modelos mais leves favorecem a pilotagem e as disputas roda a roda, evitando que a nostalgia dos “anos dourados” encubra problemas crônicos de ultrapassagem.
Ele lembra que, há duas décadas, os monopostos impressionavam visualmente, mas os duelos eram escassos. O desafio, portanto, seria equilibrar espetáculo sonoro, eficiência energética e melhor dinâmica de corrida.
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