Lionel Messi — O atacante argentino rompeu a barreira do bilhão em patrimônio líquido, feito que o coloca lado a lado com Cristiano Ronaldo na seleta lista de jogadores em atividade que atingiram esse patamar.
- Em resumo: Messi soma mais de US$ 1 bilhão na conta, segundo o Bloomberg Billionaires Index.
- Marca reforça a influência comercial do craque, agora também ícone financeiro do futebol.
Fortuna construída dentro e fora de campo
O levantamento do Bloomberg Billionaires Index indica que o argentino acumulou mais de US$ 700 milhões apenas em salários e bônus desde 2007. O montante foi impulsionado pelos contratos gigantescos assinados no Barcelona, no Paris Saint-Germain e, mais recentemente, no Inter Miami, além de generosos acordos de patrocínio com marcas globais de material esportivo, tecnologia e bebidas.
Ao ultrapassar a marca de nove dígitos, Messi se torna o segundo jogador em atividade a entrar para o clube do bilhão. O primeiro foi Cristiano Ronaldo, que alcançou o mesmo status em 2025. Com isso, a rivalidade histórica entre os dois astros ganha agora um capítulo financeiro, ampliando o debate sobre quem é, de fato, o maior fenômeno global do esporte.
Impacto imediato na MLS e na seleção da Argentina
Mesmo fora do eixo dos grandes centros europeus, Messi continua decisivo. Sua transferência para o futebol norte-americano elevou as receitas de bilheteria, engajamento digital e direitos de transmissão da Major League Soccer. O Inter Miami, clube que recebeu o craque, viu o valor de mercado disparar e fechou novos contratos de naming rights para o estádio.
Paralelamente, o camisa 10 permanece focado na próxima Copa do Mundo. Segundo a comissão técnica argentina, ele trata de uma lesão, mas a meta é iniciar a campanha contra a Argélia em condições ideais. A seleção conta com sua liderança não apenas pelos gols, mas pelo peso de sua marca, capaz de atrair investimentos e reforçar a visibilidade do torneio.
Análise: o impulso econômico de um ídolo global
O feito bilionário de Messi confirma uma tendência irreversível no futebol moderno: o atleta-empresa. Patrocinadores disputam contratos com quem entrega visibilidade global nas redes, vende camisas em qualquer continente e mantém performance esportiva consistente. O caso do argentino ilustra como talento combinado a uma gestão de imagem estratégica gera receitas equiparáveis a grandes conglomerados, deslocando o eixo financeiro do esporte para a esfera do entretenimento mundial.
Além disso, a chegada de Messi à MLS serve de estudo de caso para ligas emergentes: investir em uma superestrela acelera o amadurecimento do produto esportivo local, criando oportunidades que vão do turismo esportivo à venda de direitos internacionais de transmissão.
O que você acha? Messi consolida o modelo atleta-bilionário ou ainda há espaço para outras trajetórias? Para acompanhar mais análises sobre a Copa do Mundo, acesse nossa cobertura completa.

