Vasco — O clube carioca acionou o radar do mercado para o meia argentino Roberto Pereyra, 35, e já vê o Atlético-MG como obstáculo direto pela assinatura que pode acontecer assim que o contrato do jogador com o AEK Atenas terminar em 30 de junho.
- Em resumo: Vasco e Atlético-MG disputam o mesmo alvo para reforçar a criação.
- Contrato de Pereyra com o AEK encerra em junho, mas os gregos estudam renovação.
Disputa brasileira promete projetos agressivos
A movimentação em torno de Roberto Pereyra reforça como a próxima janela do Brasileirão deve ser agitada. A concorrência entre Vasco e Atlético-MG obriga ambos a apresentarem um plano esportivo e financeiro capaz de superar a possibilidade de renovação oferecida pelo AEK. Nos bastidores, o tom é de urgência: quem hesitar perde terreno.
O interesse duplo indica que o veterano argentino se tornou peça estratégica para times que buscam criatividade no meio-campo. O debate interno passa por questões salariais, minutagem garantida e, principalmente, pela perspectiva de lutar na parte de cima da tabela – premissa destacada nos informes oficiais da CBF sobre o calendário nacional.
Trajetória europeia fortalece o cartaz do meia
Cria do River Plate, Pereyra construiu a maior parte da carreira na Europa. Entre 2014 e 2016, teve passagem marcante pela Juventus: registrou 68 partidas, seis gols e cinco assistências. No futebol italiano ainda defendeu a Udinese, experiência que o consolidou como atleta versátil, capaz de atuar pelo centro, pelos lados ou mais recuado.
Na temporada atual pelo AEK Atenas, soma 22 jogos, dois gols e uma assistência. A polivalência agrada a Renato Gaúcho no Vasco e também ao departamento de futebol do Atlético-MG, ciente de que o elenco precisa de reposições capazes de oferecer soluções táticas imediatas.
Análise: Vasco corre contra o cronômetro
Os fatos mostram que o tempo é o maior adversário vascaíno. Com o contrato de Pereyra expirando em pouco mais de um mês, cada dia sem proposta formal reduz a margem para convencer o argentino. A concorrência de um rival direto de mercado, como o Atlético-MG, eleva ainda mais o custo de oportunidade.
Do lado mineiro, a sinalização de interesse pressiona o AEK e o próprio jogador a definirem o futuro rapidamente. Quem entregar o projeto mais sólido – perspectiva de títulos, minutagem e segurança contratual – tende a sair vencedor.
O que você acha? Pereyra resolveria a carência de criatividade do seu time ou o risco é alto para um atleta de 35 anos? Para acompanhar mais novidades do mercado, acesse nossa cobertura completa.

