Sean Strickland — A temperatura nos bastidores do UFC 328, marcado para Nova Jersey, subiu mais um grau depois que o técnico Eric Nicksick revelou o temor de uma confusão antes mesmo de o norte-americano encarar Khamzat Chimaev na luta principal.
- Em resumo: Nicksick diz que qualquer briga fora do octógono representaria prejuízo financeiro pesado para ambos.
Nicksick apela ao “bom senso” para evitar prejuízo
Em entrevista ao portal MMA Fighting, o treinador minimizou a chance de confronto físico antes da noite de sábado, mas recordou que os dois atletas “têm muito a perder” se cruzarem a linha antes da hora. Segundo o técnico, o foco precisa permanecer na disputa do cinturão dos médios, assunto que monopoliza a atenção dos fãs e da imprensa especializada.
Para o corner de Strickland, a rivalidade pode e deve ficar restrita ao octógono — cenário que, além de legítimo, garante a recompensa contratual e o bônus de pay-per-view. A lógica é simples: sem luta oficial, não há cheque, algo que o site da ESPN Brasil costuma alertar em análises sobre cancelamentos de cards.
“Quer dizer, eles não vão ganhar dinheiro fazendo isso dessa forma. Vocês têm uma luta marcada, são lutadores profissionais, então vão lá e façam o dinheiro de vocês.”
Vitória sobre invicto mudaria a carreira de Strickland
Nicksick ainda lembrou que um triunfo sobre Chimaev, dono de cartel perfeito, recolocaria Strickland no topo da divisão e marcaria, nas palavras dele, “um marco enorme” para o ex-campeão. A expectativa é de que a experiência do norte-americano, somada aos anos em que os dois já treinaram na mesma academia, ajude na estratégia para quebrar a invencibilidade do checheno naturalizado sueco.
Historicamente, nocautear um campeão invicto costuma impulsionar contratos, bolsas e até convites para superlutas. Por isso, qualquer deslize nos bastidores — seja multa ou suspensão — colocaria em risco uma oportunidade que pode redefinir a hierarquia dos médios.
O que você acha? A rivalidade vai ferver ou prevalecerá o profissionalismo até o gongo inicial? Para acompanhar mais análises, acesse nossa cobertura completa.
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