Lance Stroll — mesmo afundado na última posição do Mundial de Pilotos e com apenas uma corrida completada em 2026 — garante que não cogita abandonar a Fórmula 1.
- Em resumo: Canadense diz ter “muita fé” no projeto Aston Martin e mira evolução com Adrian Newey, fábrica e túnel de vento novos.
Resultados pífios não abalam confiança
O piloto vive a fase mais árida de sua década no grid: só recebeu a bandeirada em Miami e soma zero ponto. Ainda assim, ele sustenta que o momento ruim é passageiro. Em conversa com a imprensa, Stroll admitiu frustração, mas reforçou que o time tem armas para reagir — cenário que, segundo análise da ESPN brasileira, depende sobretudo da velocidade de desenvolvimento técnico.
Para ele, a chegada de referências de peso e a infraestrutura recém-inaugurada pavimentam a retomada. O recado ao paddock é direto: ninguém dentro da garagem trabalha com prazo de validade curto.
“Não, porque continuo tendo muita fé neste projeto e acredito que ainda estamos longe de atingir nosso potencial. Adrian [Newey] se juntou à equipe. Temos a nova fábrica e o novo túnel de vento, como todo mundo sabe.”
Medo de ficar fora do pódio futuro impulsiona permanência
Stroll revelou que teme se ver “sentado no sofá” enquanto dois carros verdes lideram o pelotão dentro de alguns anos. O medo de assistir de casa a uma possível guinada da equipe serve como combustível extra para permanecer no cockpit.
A postura mantém viva a narrativa iniciada pelo bilionário Lawrence Stroll, dono da escuderia: transformar a Aston Martin em candidata consistente a vitórias e, quem sabe, títulos — objetivo semelhante ao de outras forças emergentes na era pós-híbrida da categoria.
O que você acha? A crença de Stroll será suficiente para tirar a Aston Martin do fundo do pelotão? Para acompanhar mais análises, acesse nossa cobertura completa.

