Strickland revela conselho de GSP que guiou sua volta ao topo

Sean Strickland — recém-reconduzido ao trono dos médios do UFC em Nova Jersey, no último sábado (9) — quebrou a própria imagem de “bad boy” ao explicar como uma antiga palavra de Georges St-Pierre virou bússola para sua carreira.

  • Em resumo: encontro com GSP em 2014 ainda dita o código de conduta de Strickland, mesmo após reconquistar o cinturão.

Encontro com o ídolo redefiniu a trajetória

Logo depois de reassumir o cinturão, o norte-americano colocou a rivalidade com Khamzat Chimaev no passado e, em entrevista ao UFC, exaltou o canadense que muitos consideram o maior da história. A reverência não é gratuita: ainda novato na organização, em 2014, Strickland ouviu de GSP que um dia teria a atenção do veterano dentro do octógono.

O campeão relatou que tenta replicar a humildade do antigo dominador dos meio-médios, mesmo reconhecendo estilos e personalidades opostas. A admiração confirma por que St-Pierre permanece referência de postura para atletas de elite, como apontam listagens atualizadas na ESPN Brasil.

“GSP é uma lenda. […] Na minha primeira luta no UFC, eu disse: ‘Cara, sou muito fã seu’. E ele me respondeu: ‘Sean, agora eu que estou vendo você lutar’.”

Humildade acima da fama e currículo vencedor

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Aos 35 anos, Strickland soma 31 vitórias e sete derrotas no MMA, com triunfos marcantes sobre Israel Adesanya, Paulo Borrachinha e o próprio Chimaev. Bicampeão (2023 e 2026) e sétimo no ranking peso-por-peso, ele garante que esses números não o afastam da simplicidade aprendida com GSP.

“Não sou GSP. Sou apenas um cara branco que fala muita m***”, reconheceu, sublinhando a tensão entre a persona provocadora e a busca por respeito. A fala resume a luta interna do campeão: manter a ferocidade esportiva sem perder a referência de humildade transmitida pelo ídolo canadense.

O que você acha? A atitude de Strickland reforça ou contradiz o rótulo de “bad boy”? Para acompanhar mais histórias de bastidores do esporte, acesse nossa cobertura completa.


Marcelo Freire trabalha com conteúdo digital há mais de uma década e lidera a equipe editorial da Tribuna Futebol. Ao longo da carreira, participou da criação e desenvolvimento de projetos online voltados à informação e entretenimento. No dia a dia, acompanha de perto tudo o que é publicado, revisando conteúdos e orientando a equipe para manter um padrão claro, confiável e alinhado com o que o leitor realmente busca quando procura informações sobre futebol.