Santos — No Couto Pereira, o Peixe transformou duas chegadas certeiras em vitória por 2 a 0 sobre o Coritiba e carimbou a classificação às oitavas de final da Copa do Brasil 2026.
- Em resumo: Bontempo e Frías decidiram ainda no 1º tempo; Coritiba ficou sem resposta.
Pressão inicial do Coritiba esbarra na frieza santista
Empurrado pela torcida, o Coxa ocupou o campo de ataque e finalizou de longe, mas parou em Gabriel Brazão. A intensidade, porém, não virou gol válido: o lance de Bruno Melo foi anulado por impedimento. Do outro lado, o Santos sobreviveu ao abafa e, quando conseguiu respirar, mostrou o que faria a diferença. O domínio territorial do time paranaense não resistiu à eficiência alvinegra — fundamento exaltado pela própria confederação que organiza a Copa do Brasil.
Na primeira sequência de transições rápidas, Gabriel Bontempo apareceu livre para abrir o placar. Seis minutos depois, Adonis Frías ampliou. Dois remates na direção certa bastaram para o Peixe assumir o controle emocional do confronto.
“O primeiro gol surgiu justamente nesse melhor momento. Gabriel Bontempo apareceu com liberdade ofensiva e finalizou para abrir o placar no Couto Pereira.”
Gestão de vantagem e chance perdida enterram reação
Com 2 a 0 no intervalo, o técnico santista recuou linhas, congestionou a intermediária e convidou o Coritiba a trocar passes estéreis. Neymar chegou a desperdiçar boa oportunidade logo no reinício, mas a estratégia era clara: negar espaços e esfriar o estádio.
O Coxa ainda teve o lance de Pedro Rocha na reta final, isolado após vencer Frías. A bola para fora simbolizou a noite: posse e volume local contra pragmatismo visitante. A torcida paranaense sentiu o peso de um jogo decidido por quem soube transformar poucas chances em muito resultado — um roteiro que reforça a tradição copeira do Santos em mata-matas nacionais.
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