Marrocos — Em plena ascensão, Ismael Saibari chega ao Mundial como o nome mais temido pela Seleção Brasileira no confronto de abertura, graças a uma temporada em que combinou gols decisivos pelo PSV e brilho recente pela equipe nacional.
- Em resumo: meia acumula 25 gols em 52 jogos entre clube e seleção.
- Marcou dois na goleada por 4 a 0 sobre Madagascar, último teste antes da Copa.
Fase artilheira no PSV eleva alerta brasileiro
Revelado para o grande público nesta temporada europeia, Saibari foi peça-chave no título da liga holandesa. O marroquino fechou o campeonato como quinto maior goleador, somando 15 tentos e provando que não depende de posição avançada para desequilibrar.
Entre todas as competições disputadas pelo PSV, o meia balançou as redes 19 vezes. A explosão de desempenho coincide com a maturidade dos seus 25 anos, o que justifica o status de “motor” técnico do Marrocos para o duelo com o Brasil, segundo dados divulgados pela FIFA.
Os dois gols diante de Madagascar reforçam a confiança. A atuação, elogiada pela imprensa europeia, ampliou sua média para quase um gol a cada duas partidas, estatística que altera o plano defensivo de qualquer seleção que o enfrente.
Escolha pela seleção marroquina fortalece identidade e elenco
Nascido em Terrassa, na Espanha, Saibari poderia ter seguido o caminho de compatriotas como Pedri ou Gavi, mas preferiu defender o país de origem familiar. A decisão se mostrou acertada para ambas as partes: o atleta conquistou espaço imediato e Marrocos ganhou um articulador que alia chegada na área a visão de jogo.
Hoje, a sinergia é tanta que o técnico marroquino desenha a equipe em função da mobilidade do meia. Saibari recua, inicia jogadas e aparece como elemento surpresa, cenário que coloca pressão adicional sobre volantes brasileiros experientes como Casemiro.
Análise: Brasil sob tensão na estreia
O retrospecto recente de Marrocos, somado à pontaria de Saibari, provoca um grau de dificuldade maior do que o torcedor brasileiro imagina para o primeiro jogo. A Seleção mantém o favoritismo histórico, mas tropeços iniciais em Copas passadas mostram que subestimar adversário pode custar caro.
Além da qualidade do meia, pesa o fator psicológico: ansiedade de estreia, dependência de líderes como Marquinhos para organizar o sistema defensivo e o desafio de conter um oponente que exibe entrosamento e confiança.
O que você acha? Saibari conseguirá surpreender o Brasil logo na abertura do Mundial? Para acompanhar todas as notícias da competição, acesse nossa cobertura completa.

