Red Bull Racing — A equipe de Milton Keynes confirmou que seu novo túnel de vento entrará em operação no início da temporada 2027 da Fórmula 1, passo decisivo para corrigir a discrepância entre os dados de fábrica e o que o RB22 entrega na pista.
- Em resumo: Nova instalação mira eliminar a falha de correlação que limita o desenvolvimento do carro.
Túnel de vento vira prioridade absoluta
Mesmo com os avanços revelados no GP de Miami — que incluiu asa dianteira revista, laterais redesenhadas e uma asa traseira rebatível mais agressiva —, os engenheiros seguem esbarrando em leituras inconsistentes entre simulações e telemetria real. Esse descompasso freia decisões de acerto fino e dificulta cortes adicionais de peso, outra meta já anunciada pela equipe.
A aposta é que a nova estrutura, mais moderna e calibrada para as exigências aerodinâmicas atuais, reduza o tempo entre conceito e teste de pista. A importância desse recurso é detalhada em guia técnico disponível na cobertura especializada da ESPN.
“A correlação está um pouco melhor ultimamente, mas continuamos trabalhando com as mesmas ferramentas e enfrentando os mesmos problemas. Estamos tentando maximizar o que temos e, quanto ao resto, vamos ver”, afirmou Pierre Waché, diretor técnico.
Atualizações do RB22 mostram caminho, mas não bastam
No pacote recém-estreado, o RB22 ganhou também um sistema de direção revisto que, combinado ao novo assoalho, aproximou Max Verstappen do ritmo das equipes líderes. Apesar disso, o ganho ainda depende de ajustes constantes — e cada tentativa é cara quando os números virtuais não se confirmam no cronômetro.
Historicamente, projetos vencedores da F1 se apoiam em forte correlação entre CFD, túnel e pista. A Red Bull já viveu isso nos anos de domínio com Sebastian Vettel; agora quer recriar a fórmula e voltar a brigar de igual para igual em todo tipo de circuito.
O que você acha? O novo túnel será o passo que faltava para recolocar a Red Bull no topo? Para acompanhar mais análises de alto nível, visite nossa home.

