São Paulo — Planejado para viajar cedo, o elenco tricolor só embarcou na tarde desta quinta-feira (7) após um problema sistêmico na aeronave, levando a comissão técnica a ajustar a logística sem perder o foco no duelo contra o O’Higgins, valendo a liderança do Grupo C da Copa Sul-Americana.
- Em resumo: atraso no voo e oito baixas físicas elevam a tensão antes do confronto direto.
Logística sob pressão, preparação intacta
Sem a saída antecipada para Santiago, o grupo trabalhou no CT da Barra Funda com vídeo tático e sequência de atividades físicas, ofensivas e de bola parada. A direção optou por manter cada detalhe do cronograma esportivo, mesmo com a mudança de horário, buscando minimizar qualquer impacto competitivo. Conforme o regulamento oficial da competição, somente o líder da chave avança sem repescagem, o que aumenta o peso da partida.
O time chega ao Chile com sete pontos, apenas um à frente do adversário, cenário que pode redesenhar a tabela ainda nesta rodada.
“O técnico Roger Machado deve escalar o São Paulo com: Rafael; Cédric Soares, Matheus Dória, João Sabino e Enzo Díaz; Danielzinho, Luan, Cauly, Luciano e Artur; Jonathan Calleri.”
Desfalques em série elevam o risco
Além da preservação de Damián Bobadilla por risco de lesão, o departamento médico lista Maik, Pablo Maia, Marcos Antônio, Rafael Tolói, Alan Franco, Lucas Ramon e Lucas fora de combate. O número alto de ausências obriga Roger Machado a manter a base, mas limita alternativas durante o jogo.
Internamente, o confronto é tratado como “divisor de águas”: um triunfo fora de casa consolidaria a ponta do grupo, enquanto um tropeço deixaria a classificação aberta até as últimas rodadas. A pressão cresce porque, em caso de empate na pontuação, o saldo de gols decide.
O que você acha? Mesmo com tantos problemas, o Tricolor mantém favoritismo para segurar a liderança? Para acompanhar mais análises da competição, acesse nossa cobertura completa.
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