Donovan Mitchell — Em Cleveland, o armador vive o dilema dos playoffs: sua ida à linha de lance livre despencou para 18 tentativas em oito partidas, algo que ele atribui diretamente à política de não “flopar”.
- Em resumo: Mitchell reclama que a arbitragem “ignora” contatos porque ele não se joga nas jogadas.
Queda brusca expõe mudança de critério
Na temporada regular, o camisa 45 registrou 6,1 cobranças por jogo. Agora, enfrenta um freio inesperado, bem abaixo até do top-20 da liga. Para o jogador, a explicação está na forma diferente como os árbitros encaram o contato físico na fase decisiva.
O contraste é tão grande que surpreende até o técnico Kenny Atkinson, que reforça a ordem para que o astro continue agredindo o aro. Segundo estatísticas publicadas pela ESPN, séries passadas mostravam ele aumentando o volume nos playoffs, algo que não se repetiu desta vez.
“A arbitragem não marca as faltas em mim e não sei o motivo. Talvez, seja porque não recorro a flop, né? […] Sou um jogador dinâmico. Eu tenho que seguir atacando e entender que não posso controlar o que vão marcar”, disse Mitchell.
Pressão cresce após disparidade com o Pistons
No jogo de abertura da semifinal do Leste, o Cleveland Cavaliers tentou apenas 16 lances livres, contra 35 do Detroit Pistons. Embora destaque que a derrota não deve ser colocada na conta dessa diferença, Mitchell vê na estatística um sintoma claro do problema.
O ala-armador lembra que não pretende assumir o papel de crítico contumaz da liga para evitar multas — alusão ao recente caso de Jaylen Brown —, mas deixa no ar a dúvida: seria a hora de adotar a encenação que tanto condena?
O que você acha? Mitchell deve manter o estilo ou aderir ao “flop” para ser mais respeitado pela arbitragem? Para acompanhar mais análises, acesse nossa cobertura completa.
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