Argentina — Em noite marcante no Mundial, Lionel Messi balançou a rede duas vezes na vitória por 2 a 0 sobre a Áustria e assumiu de forma isolada o posto de maior goleador da história da Copa do Mundo, agora com 18 gols.
- Em resumo: o camisa 10 superou Miroslav Klose e instalou um novo patamar de excelência no torneio.
- Triunfo encaminhou a classificação albiceleste e incendiou o debate sobre quem é o maior da era moderna.
Como o gol histórico saiu
Aos 38 minutos da etapa inicial, Messi recebeu na entrada da área e, com a característica chapada de pé esquerdo, colocou a bola no canto esquerdo do goleiro austríaco. O lance, que veio após ele desperdiçar um pênalti, foi suficiente para levá-lo à marca de 18 tentos em Copas, ultrapassando o alemão Klose (16) e deixando Ronaldo Fenômeno (15) ainda mais distante. O segundo gol, anotado nos acréscimos finais, selou o placar e confirmou a superioridade argentina.
De acordo com dados oficiais divulgados pela FIFA, nenhum outro atleta em atividade chega tão perto do novo rei da artilharia mundialista. O francês Mbappé, com 14 gols, é o concorrente mais próximo e segue vivo no torneio, alimentando a expectativa de uma perseguição histórica.
“Isso é Lionel Messi, o maior da nossa era”.
A mensagem, publicada por um torcedor nas redes sociais ainda durante o jogo, sintetiza o sentimento dominante no ambiente digital: a consagração do argentino transcende fronteiras e rivalidades.
Torcedores e rivais rendidos ao craque
Minutos após o apito final, a hashtag com o nome do camisa 10 figurava entre os tópicos mais comentados do antigo Twitter, numa enxurrada de elogios, estatísticas e homenagens. O feito também repercutiu nos vestiários rivais: adversários admitem em off que o recorde serve de motivação extra, mas reconhecem a “montanha” que é superar Messi em matéria de números.
“Quem diria que ver o Messi me provocaria certa nostalgia, o que será de nós quando ele e o Cris se aposentarem”.
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O desabafo de uma internauta, igualmente viral, evidencia uma percepção geracional: a partida contra a Áustria reforçou que o ciclo das grandes estrelas se aproxima do fim, tornando cada aparição ainda mais preciosa para o público.
Próximos desafios no horizonte
Com seis pontos somados, a seleção comandada por Lionel Scaloni vira a chave para encarar a Jordânia na rodada final da fase de grupos. O confronto, marcado para sábado (27) às 23h (horário de Brasília) em Dallas, oferece a chance de consolidar a liderança e, de quebra, ampliar ainda mais as marcas individuais do astro argentino.
Embora Mbappé mantenha viva a caça ao recorde, especialistas apontam que a margem de quatro gols a favor de Messi, somada à experiência em mata-mata, confere vantagem ao capitão albiceleste na corrida pela artilharia. Ao mesmo tempo, o debate sobre o “maior da história” ganha novo fôlego, misturando argumentos estatísticos e subjetivos em doses iguais.
No penúltimo ciclo mundialista, rompantes individuais já haviam colocado Messi na trilha do recorde; agora, a façanha se concretiza, adicionando camadas de legado ao currículo do camisa 10. Conforme ressaltam análises recentes na editoria da Copa do Mundo, a longevidade competitiva do argentino é o diferencial que sustenta os números impressionantes.
O que você acha? Alguém conseguirá desbancar Messi ainda nesta edição da Copa? Para acompanhar cada capítulo dessa corrida histórica, acesse nossa cobertura completa.


