Lionel Messi — Na abertura da Copa do Mundo de 2026, o capitão argentino tomou para si a liderança do novo Power Ranking ofensivo da Fifa, reforçando que continua decisivo mesmo em fase inicial de torneio.
- Em resumo: Messi lidera lista de ataque da Fifa logo na 1ª rodada.
- Vinicius Junior surge em 9º e garante presença brasileira entre os 10 melhores.
Messi dita ritmo e mantém hegemonia no ataque
O relatório estatístico divulgado pela entidade confirma o que o torcedor já percebeu em campo: a produção ofensiva do argentino segue acima da concorrência. No levantamento, ele aparece à frente do neozelandês Elijah Just e do francês Kylian Mbappé, completando um pódio que mescla continentes e estilos de jogo. Segundo o ranking oficial publicado pela Fifa, cada atleta recebe nota de 0 a 10 a partir de variáveis como finalização, passes decisivos e participação em gols.
Mesmo aos 39 anos, Messi mantém ritmo que muitos rivais mais jovens não conseguem igualar. A performance inicial ecoa o peso que ele já carrega desde o título da edição anterior e pressiona as demais seleções a redefinirem seus planos de marcação.
Brasil depende do brilho solitário de Vinicius Junior
Para a Seleção Brasileira, o recado do Power Ranking é claro: ainda falta protagonismo coletivo para disputar o topo das estatísticas. Entre todos os avaliados, apenas Vinicius Junior apareceu no top 10 de ataque, ocupando a nona posição após o empate sem brilho contra Marrocos. O resultado mantém o país em evidência, mas acende sinal de alerta sobre a necessidade de dividir responsabilidades no setor ofensivo.
Outros brasileiros apareceram apenas em classificações distantes. Luiz Henrique foi 67º em criatividade, enquanto Douglas Santos surgiu em 61º entre os defensores. O contraste revela quanto o time ainda precisa evoluir para retomar a condição de favorito ao troféu.
Metodologia do Power Ranking amplia olhar sobre desempenho
A atualização da Fifa separa os atletas de linha em três categorias principais — ataque, criatividade e defesa — atribuindo pontuação individual a cada fundamento. Goleiros são avaliados em posse de bola e solidez defensiva, elevando o grau de detalhe na análise. Nesta rodada inaugural, o iraniano Ramin Rezaeian liderou criatividade com 8,23 pontos, enquanto o canadense Derek Cornelius comandou a defesa com 7,28.
O modelo numérico, embora ainda incipiente em termos de amostra, já oferece pistas da tendência de cada seleção. Para a Argentina, a mensagem é de continuidade: se o camisa 10 mantiver o ritmo, o time chega forte às fases eliminatórias. Para o Brasil, a implicação é outra: a equipe precisa gerar mais volume para que nomes além de Vinicius figurem entre os líderes.
O recado estratégico da primeira rodada
Os dados não decretam campeão, mas entregam combustível para ajustes imediatos. A Argentina, confortável na figura de favorita, pode usar a estatística para preservar Messi em momentos chave e potencializar companheiros como Lautaro Martínez. Já o técnico brasileiro encara dilema complexo: replicar a agressividade de Vinicius sem sobrecarregar o atacante e, ao mesmo tempo, elevar notas de setores criativo e defensivo.
Em um torneio curto, tendências se cristalizam rápido. A Fifa pretende liberar nova atualização ao fim da segunda rodada, quando a amostra dobra e erros iniciais se tornam mais difíceis de reverter.
O que você acha? O Brasil conseguirá colocar mais jogadores no topo do ranking até o fim da fase de grupos? Para acompanhar todos os detalhes do Mundial, acesse nossa cobertura completa.


