Audi — Pouco antes do GP de Miami da Fórmula 1 de 2026, Allan McNish tomou posse como diretor de corridas e avisou: sua bagagem como ex-piloto será decisiva para transformar em resultados tudo o que Gabriel Bortoleto e Nico Hülkenberg pedirem.
- Em resumo: visão de cockpit de McNish vira trunfo técnico para os pilotos na temporada.
Visão de cockpit no comando estratégico
Ao herdar o posto deixado por Jonathan Wheatley, o escocês já mostrou sintonia fina com a dupla de pilotos. Para ele, falar a mesma “língua de pista” encurta o caminho entre feedback e ação, algo que outras equipes de ponta da categoria, segundo análise da ESPN, valorizam cada vez mais.
McNish conhece o projeto desde a fundação e acompanha a força da fábrica em Hinwil, além do desenvolvimento dos motores em Neuburg. Essa visão 360° o coloca numa posição única para mediar demandas de pilotos e engenharia sem ruídos.
“Definitivamente, ter experiência em corridas ajuda, porque consigo enxergar as coisas pelos olhos do Nico [Hülkenberg] e do Gabi [Bortoleto], o que, sendo sincero, é algo que faço naturalmente. Não consigo evitar isso.”
Fábrica robusta e motor em evolução alimentam confiança
O diretor também exaltou o suporte estruturado que Mattia Binotto vem construindo nos dois polos da operação alemã-suíça. Para McNish, a combinação entre know-how de Le Mans, títulos no WEC e as instalações de última geração cria o ambiente ideal para acelerar a curva de aprendizado de Bortoleto, novato na categoria.
A Audi, que fará sua estreia oficial como equipe completa em 2026, aposta nessa sinergia para brigar no pelotão intermediário já no primeiro ano e, quem sabe, encostar nos líderes em curto prazo.
O que você acha? A experiência de Allan McNish será suficiente para transformar a Audi em protagonista? Para acompanhar mais análises, acesse nossa cobertura completa.

