Lesão de Onana vira preocupação e abala Bélgica na Copa

Amadou Onana — O volante belga saiu do gramado chorando após sentir um problema físico ainda aos 16 minutos do duelo contra os Estados Unidos, válido pelas oitavas de final da Copa do Mundo, em Seattle.

  • Em resumo: substituído cedo, o camisa 24 preocupa a comissão técnica belga.
  • Equipe vencia por 1 a 0 no momento da saída, mas sofreu o empate logo depois.

Alerta médico no meio-campo belga

Onana travou disputa com Christian Pulisic, caiu no gramado e recebeu atendimento. Mesmo tentando voltar, sentiu novamente a lesão e pediu substituição. Hans Vanaken assumiu a posição, mas a mudança alterou a dinâmica tática: o recém-chegado precisou se adaptar rapidamente enquanto a seleção buscava manter a posse de bola.

O episódio acontece em um momento decisivo da competição; a Bélgica esperava repetir a campanha de edições anteriores e chegar às fases finais. O drama do volante ganha relevância porque ele se consolidou como peça-chave na transição defesa-ataque. Segundo o site oficial da FIFA, o jogador vinha sendo um dos líderes em desarmes do torneio.

“Que péssima notícia para a Bélgica e Onana. O volante vinha fazendo uma ótima partida, sendo importante para o funcionamento da equipe”

A reação nas redes sociais ilustra o choque dos torcedores. A frase acima, publicada no X (antigo Twitter), resume o sentimento de apreensão diante da possibilidade de um desfalque duradouro justo na reta eliminatória.

Dinâmica da partida muda com o empate americano

Melhores apps para assistir futebol ao vivo

Quando Vanaken entrou, a Bélgica ainda administrava vantagem mínima: De Ketelaere havia aberto o placar aos oito minutos. No entanto, aos 30, os EUA empataram em cobrança de falta de Malik Tillman que desviou justamente em Vanaken antes de balançar a rede. O lance simbolizou o efeito dominó provocado pela saída de Onana: ajuste tático apressado e falha defensiva logo em seguida.

Ainda assim, o time europeu respondeu com personalidade. De Ketelaere voltou a marcar aos 32, e a equipe foi para o intervalo vencendo por 3 a 1, demonstrando volume ofensivo considerável. Castagne, Tielemans e Lukébakio criaram oportunidades adicionais, sinal de que o ataque segue afiado — resta saber se o setor de marcação aguentará sem seu pilar defensivo.

O que você acha? A Bélgica conseguirá manter o equilíbrio até o fim mesmo sem Onana? Para acompanhar mais análises do Mundial, acesse nossa cobertura completa.


Catarina Reis trabalha nos bastidores da Tribuna Futebol, acompanhando tendências, dados e os assuntos mais buscados pelos torcedores. Seu papel é identificar quais temas estão em alta e apoiar a equipe com informações que ajudem a produzir conteúdos relevantes e atualizados. Está sempre de olho no que está acontecendo dentro e fora de campo, ajudando a direcionar as pautas do site.