INGLATERRA — A seleção comandada por Gareth Southgate sofreu, mas transformou tensão em euforia ao derrotar a República Democrática do Congo por 2 a 1, nesta quarta-feira, em Atlanta, garantindo vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo.
- Em resumo: Harry Kane marcou os dois gols da virada que manteve o English Team vivo no torneio.
- Possível confronto com o Brasil já agita os bastidores do mata-mata.
Virada liderada pelo ‘Furacão’
O roteiro foi dramático desde o início: gol de Cipenga, defesa milagrosa atrás de defesa milagrosa do goleiro Mpasi e uma torcida inglesa atônita. A pressão, porém, aumentou gradativamente até explodir aos 30 minutos da etapa final, quando Harry Kane subiu livre na área e cabeceou no contrapé do arqueiro africano. Aos 41, o artilheiro do mundial dominou girando e, com a frieza característica, chutou no ângulo para selar a classificação.
Além de manter a Inglaterra viva, o camisa 9 consolida sua fama de decisivo em Mundiais, algo que a equipe tanto careceu em campanhas anteriores.
“Ele tem o faro. Ele sabe como faz. É artilheiro demais”.
A frase, publicada por um torcedor brasileiro no X (antigo Twitter), resume o sentimento geral: a performance do atacante do Bayern de Munique transcendeu rivalidades nacionais e mobilizou admiradores do futebol ofensivo.
Repercussão explode nas redes
Assim que a bola entrou pela segunda vez, Kane virou um dos assuntos mais comentados do planeta. Hashtags com o nome do centroavante alcançaram o topo dos Trending Topics em diversos países, enquanto influenciadores esportivos destacavam “a mecânica do chute” e a “facilidade em criar chances mesmo marcado”.
“Harry Kane é gigante, meu Deus. Salvou a Inglaterra sozinho!!”
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Esse comentário viral ecoou a percepção de que, no momento decisivo, foi o talento individual que tirou o English Team da beira do abismo.
Análise: Inglaterra pode esbarrar no Brasil
O chaveamento alimenta expectativas de um confronto histórico. Se superar a Noruega, a Seleção Brasileira reeditará uma rivalidade adormecida em Copas diante de uma Inglaterra embalada pela confiança no seu goleador. Do ponto de vista estratégico, a equipe de Southgate tem no jogo aéreo e nas trocas rápidas de passe seu ponto forte, enquanto o Brasil costuma sofrer menos quando controla a posse.
Além do apelo técnico, há a narrativa de duelo continental: sul-americanos em busca do hexa contra europeus sedentos pelo segundo título. O impacto comercial e de audiência tende a ser gigantesco, atraindo patrocinadores e torcedores de todos os cantos.
O que você acha? A Inglaterra de Kane tem força para derrubar favoritos e conquistar o mundo ou depende demais do seu artilheiro? Para acompanhar mais, acesse nossa cobertura completa.


