Isack Hadjar — O francês de 21 anos sentiu o peso da Fórmula 1 no GP de Miami ao abandonar a prova depois de um acidente e enfrentar falta de ritmo durante todo o fim de semana, esfriando o início promissor na Red Bull.
- Em resumo: Abandono em Miami expõe fragilidades e ameaça confiança de Hadjar – Transmissão: Band | Max.
De adaptação tranquila a fim de semana desastroso
Até chegar a Miami, o novato comemorava a transição “mais fácil do que o esperado”, fruto de cinco anos no programa de jovens da equipe. A pista americana, porém, colocou tudo em xeque: sem ritmo nos treinos, ele bateu e deixou a corrida cedo, frustrando a própria expectativa e a da cúpula austríaca, como detalhou análise da ESPN sobre a etapa.
O revés é considerado um teste de fogo para o mental do piloto, que agora precisa reagir rápido diante de um calendário intenso e de um companheiro multicampeão disposto a retomar o controle interno da garagem.
“Honestamente, a transição para a Red Bull foi bem fácil”, afirmou Hadjar.
Classificações fortes ainda sustentam otimismo
Apesar do golpe em Miami, Hadjar tem saldo positivo nas três primeiras etapas: superou Max Verstappen em duas classificações, inclusive na Austrália, quando o holandês ficou fora logo no Q1 após acidente. O francês argumenta que vem “entregando o máximo” com o equipamento disponível.
Dentro da equipe, o discurso oficial mantém confiança de que o ritmo de uma volta continuará sendo trunfo para reerguer sua campanha e evitar que o incidente vire narrativa duradoura — algo que a Red Bull historicamente não tolera por muito tempo.
O que você acha? Hadjar conseguirá virar a página e consolidar espaço na Red Bull? Para acompanhar mais análises da velocidade, acesse nossa cobertura completa.

