Pep Guardiola — Livre no mercado desde que se despediu do Manchester City, o espanhol apareceu nas tribunas do Gillette Stadium para acompanhar Marrocos x Escócia pela Copa do Mundo, movimento que alimentou novos rumores sobre seu futuro imediato.
- Em resumo: presença do técnico reforça interesse da Federação Marroquina em contratá-lo.
- Assessoria alega que a viagem é apenas para compromissos comerciais em família.
Bastidores esquentam com visita inesperada
Durante a transmissão da Cazé TV, a câmera flagrou Guardiola assistindo à partida, informação rapidamente confirmada pela assessoria do treinador. A versão oficial aponta que ele está nos Estados Unidos para reuniões de marketing, mas dirigentes marroquinos estariam de olho em um acordo visando o próximo ciclo mundialista.
Fontes próximas à Federação indicam que contatos preliminares ocorreram antes mesmo do duelo. A expectativa é usar a imagem vencedora do técnico para potencializar o projeto esportivo do país, que será uma das sedes da Copa de 2030, conforme calendário disponível no site oficial da FIFA.
“Se o Marrocos conseguir esse feito, será uma baita contratação”.
A frase, publicada por um torcedor no X logo após a flagra, resume o impacto imediato da notícia nas redes: a simples presença do espanhol já eleva o grau de ambição da seleção norte-africana.
Currículo robusto, experiência zero em seleções
Apesar de ter conquistado 20 títulos no Manchester City — incluindo uma Champions League, seis Premier League e um Mundial de Clubes — Guardiola jamais comandou uma equipe nacional. Esse detalhe, porém, não parece inibir a confiança de quem acredita em uma parceria histórica com Marrocos.
“Vai fazer a seleção do Marrocos voar ! Seleção é certinha, vai melhorar ainda mais”.
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O comentário de outro internauta reforça a impressão de que o estilo ofensivo do técnico poderia potencializar o elenco marroquino, semifinalista do último Mundial.
Análise: oportunidade inédita para ambos os lados
A Federação Marroquina vê na contratação uma chance de atrair visibilidade global e consolidar um projeto de longo prazo antes de sediar jogos da Copa de 2030. Para Guardiola, seria a estreia em torneios de seleções, ambiente em que seu modelo tático ainda não foi testado sob calendário reduzido e fases eliminatórias curtas.
O possível acordo, portanto, transcende o aspecto técnico: envolve marketing, projeção internacional e a criação de um case para futuras colaborações entre grandes treinadores de clube e federações emergentes.
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