Felipão mira hexa da Seleção e relembra 12/08/2018 como alerta

Seleção Brasileira — Em declarações recentes, Luiz Felipe Scolari reforçou sua confiança no sexto título mundial em 2026 e alertou que o destino da equipe será selado nos confrontos eliminatórios.

  • Em resumo: Felipão acredita no hexa, mas prevê armadilhas após a fase de grupos.
  • Para o técnico, cruzamentos e mata-mata “em jogo único” exigem margem zero para erro.

Cruzamentos podem definir o sonho do hexa

Campeão com o Brasil em 2002, Felipão recordou que a campanha rumo a uma taça passa, primeiro, por sobreviver a Marrocos, Haiti e Escócia na fase inicial. O treinador, porém, chama atenção para os duelos seguintes, quando cada falha costuma custar caro em Copas do Mundo, segundo o site oficial da FIFA.

Com a experiência de quem já viveu a pressão do torneio, ele vê a estrutura montada pela comissão de Carlo Ancelotti como suficiente para chegar forte, mas reforça: planejamento tático só se prova eficaz quando o mata-mata começa.

“Acredito. E torço para que o Carlo consiga, o Rodrigo Caetano, a turma que está envolvida no processo. E o seguinte: o que envolve uma Copa do Mundo, que ninguém está ainda falando muito, são os cruzamentos. A primeira fase é Marrocos, Haiti e Escócia, tudo bem. Mas depois vêm os cruzamentos”.

A fala sublinha que o caminho até a final raramente segue o roteiro idealizado no papel; enfrentar seleções de estilos variados logo após a fase de grupos costuma ser o divisor de águas.

Mata-mata implacável exige perfeição

Melhores apps para assistir futebol ao vivo

Scolari lembrou que, em partidas únicas, detalhes determinam continuidade ou eliminação. O recado é claro: é preciso chegar turbinado física e mentalmente para suportar noventa minutos — ou pênaltis — sem espaço para vacilo.

“Depois são os jogos que decidem mesmo: o mata-mata, um jogo só. A tua equipe ou está bem ou está mal. E aí a gente perde ou ganha. Esses são os jogos que tu não pode errar”.

O discurso reflete sua passagem vitoriosa pelo comando nacional e combina com o atual trabalho como coordenador técnico do Grêmio, onde lida diariamente com pressão semelhante em competições de tiro curto.

O que você acha? A experiência de Felipão basta para diagnosticar o caminho do hexa ou o contexto da Copa mudou demais? Para acompanhar mais análises sobre a Seleção, acesse nossa cobertura completa.


Julia Caroline começou a escrever sobre futebol ainda na escola, quando comentava jogos e dividia opiniões em blogs e redes sociais. O interesse virou rotina, e ela passou a acompanhar partidas diariamente, sempre atenta aos detalhes que fazem diferença para o torcedor. Hoje, na Tribuna Futebol, escreve sobre jogos do dia, horários, escalações e onde assistir, com uma linguagem direta e fácil de acompanhar. Torcedora do Flamengo, raramente perde uma rodada importante do futebol brasileiro.