São Paulo — O clube do Morumbi acumula mais de R$ 10,2 milhões em pendências com três ex-treinadores e vê a saúde financeira ameaçada por decisões recentes no banco de reservas.
- Em resumo: Crespo, Zubeldía e Dorival somam dívida que já passa de R$ 10 mi.
Troca constante de comando vira problema crônico
Nos últimos anos, cada nova aposta para liderar o elenco tricolor terminou em rescisões prematuras e acordos parcelados. O efeito cascata atingiu o caixa do clube em plena disputa de competições nacionais organizadas pela Confederação Brasileira de Futebol, aumentando a pressão por resultados dentro e fora de campo.
Além das parcelas ainda abertas com ex-técnicos, a diretoria convive com folhas salariais robustas, premiações e investimentos em reforços que encarecem a operação anual.
“os valores devidos a Hernán Crespo, Luís Zubeldía e Dorival Júnior ultrapassam R$ 10,2 milhões.”
Entenda cada pendência milionária
Campeão paulista em 2021, Hernán Crespo deixou respaldo da torcida e um passivo de aproximadamente R$ 4 milhões. O montante inclui salários atrasados e uma compensação pelo encerramento antecipado do vínculo.
Luís Zubeldía, que permaneceu pouco mais de um ano no cargo, aguarda cerca de R$ 3 milhões. Já Dorival Júnior — responsável pela histórica conquista da Copa do Brasil de 2023 — tem R$ 3,2 milhões a receber, valor relativo a compromissos ainda não quitados da sua última passagem, independentes da saída para a Seleção Brasileira.
Com o passivo crescendo, o Tricolor corre contra o tempo para equalizar o fluxo de caixa e evitar novos atrasos que possam comprometer planejamento e competitividade. Dirigentes admitem internamente que a gestão de contratos técnicos precisa de revisão para impedir que a história se repita.
O que você acha? A diretoria vai conseguir equilibrar as contas sem perder competitividade? Para acompanhar mais análises sobre o clube, acesse nossa cobertura completa.

