Coritiba — A eliminação para o Santos na Copa do Brasil, em 26 de abril, expôs uma fragilidade que Fernando Seabra já trata como prioridade: o emocional da equipe em jogos decisivos.
- Em resumo: Treinador admite que o primeiro gol santista desestabilizou o Coxa e cobra maturidade imediata.
Impacto psicológico trava reação alviverde
Na coletiva, Seabra reconheceu que o Coritiba iniciou bem a partida, mas perdeu “o controle estratégico” assim que sofreu o 1 a 0. Para o técnico, a equipe ainda não sabe administrar adversidades, algo que precisa ser corrigido antes da retomada do Brasileirão. Segundo ele, o duelo revelou uma lição que não pode ser ignorada, especialmente em mata-matas organizados pela CBF.
O comandante também elogiou o apoio de mais de 36 mil torcedores no Couto Pereira, mas ponderou que a atmosfera não bastou para segurar a pressão após o gol adversário.
“Acabamos penalizados pelas dificuldades de assimilar o primeiro gol”, admitiu Seabra.
Ritmo quebrado e arbitragem em pauta
Além do fator mental, o treinador apontou que o Santos “picotou bastante a partida” no segundo tempo, recorrendo a faltas sucessivas e diminuindo o ritmo. Essa estratégia, somada a decisões de arbitragem que ele classificou como irregulares, teria minado a tentativa de reação do Coxa.
Seabra, contudo, vê pontos positivos: a organização defensiva evoluiu e, com ajustes de postura, o time pode reagir no Campeonato Brasileiro. Em fase de reconstrução, o Coritiba reencontra o próprio Santos na próxima rodada do nacional, oportunidade que o técnico considera ideal para testar o aprendizado.
O que você acha? O Coritiba conseguirá virar a chave emocional no Brasileirão? Para acompanhar mais, acesse nossa cobertura completa.

