Seleção Brasileira — Em Nova Jersey, o dirigente Rodrigo Caetano detalhou a recuperação de Neymar e manteve viva a chance de o camisa 10 atuar na estreia contra Marrocos.
- Em resumo: Caetano confirma treinos intensos de Neymar para acelerar o retorno.
- Exame médico na segunda-feira definirá se o atacante será liberado para atividades com o grupo.
Trabalho intensivo em Nova Jersey
Após a vitória sobre o Egito, Caetano explicou que o craque permaneceu no centro de treinamento americano para usufruir da estrutura completa da equipe médica da Seleção. Segundo o dirigente, o atacante não se limita à fisioterapia e já executa exercícios físicos pesados, estratégia alinhada ao protocolo da FIFA para recuperação de atletas.
O coordenador reforçou que a programação foi desenhada para acelerar tanto a parte clínica quanto a física, mantendo Neymar próximo do elenco e sob supervisão constante da comissão técnica.
“Vamos esperar segunda-feira para definirmos os próximos passos, o departamento médico, o Dr. Rodrigo Lasmar. Mas ele está fazendo atividades físicas, não fica só na fisioterapia, está trabalhando, e pesado, por isso que ele ficou lá (em Nova Jersey), lá temos toda a nossa estrutura, ficaram com ele mais profissionais, não só da fisioterapia, mas da preparação física, para acelerar essa recuperação dele, não só física, mas clínica também“
A fala sinaliza que o processo avança além do básico de fisioterapia, incorporando sessões de força e condicionamento para reduzir o tempo fora de campo.
Exame pode selar presença na estreia
Neymar realizará nova avaliação na segunda-feira. Caso o resultado seja positivo, Carlo Ancelotti deve liberá-lo para treinar com bola e integrar os trabalhos táticos antes do duelo com Marrocos.
“Tudo o que aconteceu com ele não foi fácil, desde a convocação, desde o último jogo pelo Santos. Acho que a acolhida a ele é importante para ele e para a Seleção, para os dois lados. É um grande reforço que teremos logo ali na frente, está evoluindo muito bem, é isso que nos é passado, principalmente pela preparação física”
O dirigente reforça o impacto emocional da lesão, mas também a confiança interna de que o camisa 10 pode voltar a ser decisivo ainda nos primeiros compromissos do torneio.
Análise: gestão de risco médico na Copa
A comissão técnica busca equilibrar urgência esportiva e prudência clínica. Liberar Neymar cedo demais traz perigo de recaída, mas preservá-lo em excesso pode comprometer o rendimento do time na fase de grupos. A decisão de mantê-lo no CT com staff completo indica prioridade total à recuperação sem romper limites fisiológicos.
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