São Paulo — Sob forte pressão depois da eliminação para o Juventude na Copa do Brasil, Jonathan Calleri deixou o CT da Barra Funda para conversar diretamente com torcedores, assumindo a culpa pela fase ruim e prometendo reação.
- Em resumo: Calleri se tornou porta-voz do elenco ao encarar o protesto e pedir união para superar a crise.
Argentino vira escudo do elenco
O camisa 9 foi o único a atravessar os portões e dialogar com a torcida organizada. Ao admitir falhas em jogos decisivos, ele reforçou a necessidade de recuperar a confiança interna e externa. A eliminação na competição nacional organizada pela CBF serviu como estopim para um ambiente já tensionado.
Na conversa, Calleri repetiu que a responsabilidade é coletiva e que o grupo precisa “entregar mais” para honrar o peso da camisa tricolor.
“A gente fez merda em casa, fez merda em Itaquera. Queria jogar melhor, fez merda ontem. Todo mundo está errado.” — Jonathan Calleri
Protesto mira diretoria e jogadores
Do lado de fora, frases como “time sem vergonha” e pedidos de saída do executivo Rui Costa foram entoados sem trégua. Alguns torcedores ameaçaram cobrar jogadores em festas pela capital, aumentando o clima de vigilância sobre o elenco.
Esse tipo de pressão não é novidade no Morumbi, mas ganha contornos mais graves quando o principal nome do ataque decide atuar como ponte entre arquibancada e vestiário. Resta saber se o gesto será suficiente para pacificar ânimos ou se novos resultados negativos reacenderão a revolta.
O que você acha? A postura de Calleri pode mudar o ambiente no Tricolor ou a crise ainda vai crescer? Para acompanhar mais sobre a competição, acesse nossa cobertura completa.

