Max Verstappen — O holandês enfrentou um batismo de água fria na abertura das 24 Horas de Nürburgring, quando a forte chuva limitou sua primeira sessão noturna a apenas uma volta cronometrada.
- Em resumo: dilúvio obriga Verstappen a sair da garagem só no fim da sessão e o deixa em 3º na classificação provisória.
Chuva irregular bagunça estratégia das equipes
O traçado de mais de 25 km alternava trechos enxutos e outros totalmente alagados, cenário que barrou qualquer tentativa de ritmo constante. A prioridade, segundo o time, foi dar milímetros de pista a Verstappen para que ele testasse o Mercedes AMG em condições extremas — passo vital antes da maratona de 24 horas. A complexidade desse equilíbrio entre pneus e visibilidade foi ressaltada também pela cobertura da ESPN, que classificou a sessão como “um laboratório em tempo real”.
Mesmo com o cronômetro correndo, a escolha foi segurar o carro nos boxes até a última hora, evitando riscos desnecessários. O resultado: terceira posição geral, atrás do Mercedes #80 e do Audi #1, marca que pouco vale para o grid final, definido apenas na tomada especial de sexta-feira.
“O piloto holandês completou apenas uma volta durante a segunda sessão classificatória desta quinta-feira, marcada pela forte chuva no circuito alemão.”
Noite curta, lição longa
A volta solitária foi classificada pelos engenheiros como “quilometragem de ouro”, já que a previsão indica tempo semelhante para o restante do fim de semana. Ganhar sensibilidade de freada e leitura de pista mista pode ser decisivo quando a resistência física e mecânica entrar em cena.
Veterano em corridas de Fórmula 1, Verstappen encara agora o desafio típico da Endurance: compartilhar cockpit, gerenciar tráfego de múltiplas categorias e, sobretudo, pilotar no escuro por horas seguidas — uma realidade bem diferente dos GPs de domingo.
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