Jannik Sinner — O italiano garantiu vaga na semifinal do ATP 1000 de Roma, estabeleceu a incrível marca de 32 vitórias consecutivas em torneios Masters 1000 e, mesmo assim, saiu da quadra falando alto contra o calendário noturno que o espera nesta sexta-feira.
- Em resumo: recorde histórico e críticas diretas às sessões após as 22h.
Recorde histórico não basta para silenciar a insatisfação
A sequência de triunfos coloca Sinner num patamar inédito na era dos Masters 1000, superando nomes de peso do circuito. O feito ecoou rapidamente entre analistas, como mostra a cobertura especializada da ESPN Brasil, mas o próprio tenista preferiu centrar os holofotes no que considera um problema recorrente: partidas que avançam pela madrugada.
Sua próxima exibição será transmitida pela Record e, segundo ele, a combinação de jet lag, alimentação e imprensa torna a recuperação quase impossível quando o jogo começa tão tarde.
“Não gosto quando se entra em campo tão tarde, somos humanos. Depois há o jet lag, deitamo-nos tarde, depois há o tratamento, tens de comer, a conferência de imprensa.”
Olho em Paris e na evolução na terra batida
Apesar do desabafo, Sinner assegurou que o principal foco permanece na consistência. Relembrando finais recentes em Roma e Paris, destacou a melhoria física como alicerce para manter alto nível na temporada de saibro.
O italiano admite que, caso a semifinal à noite lhe custe a invencibilidade, utilizará os dias seguintes para chegar inteiro a Roland Garros, reforçando o discurso de processo contínuo em vez de resultados isolados.
O que você acha? Partidas que entram pela madrugada prejudicam o espetáculo ou fazem parte do show? Para acompanhar mais, acesse nossa cobertura completa.

