São Paulo — A diretoria tricolor acelerou as tratativas para repatriar Dorival Júnior, mas esbarra no alto custo mensal pedido pelo técnico, ponto crucial que ameaça adiar a definição em pleno momento de turbulência no Morumbi.
- Em resumo: Dorival quer R$ 2,8 mi por mês; clube busca desconto para oficializar a proposta.
Salário astronômico é o principal obstáculo
O comandante despontou como alvo nº 1 após a demissão de Roger. A avaliação interna é de que ele “blinda o ambiente” e suporta pressão — perfil visto como antídoto imediato à crise. Contudo, a atual pedida salarial colide com o caixa apertado do clube, que já admite dificuldade para manter a folha em dia.
Em meio às conversas, dirigentes analisam cenários de receita e possíveis cortes para encaixar o técnico sem fragilizar ainda mais o orçamento. A urgência é grande: a temporada segue e cada rodada sem treinador efetivo expõe o time a riscos esportivos maiores, conforme o regulamento oficial disponível na Confederação Brasileira de Futebol.
“…mas não pretendia baixar sua pedida salarial, que atualmente está na casa dos R$ 2,8 milhões mensais.”
Relógio corre antes do duelo no Maracanã
Enquanto o acerto não acontece, o elenco precisa se concentrar no compromisso contra o Fluminense, marcado para sábado (16) às 19h, no Maracanã. A indefinição no comando técnico eleva a pressão sobre a comissão interina, responsável por ajustar o time em poucos treinos.
Para grande parte da torcida, a volta de Dorival seria simbólica: o treinador conhece os corredores do CT e já administrou cenários de cobrança pesada. Mesmo assim, o histórico positivo só ganhará valor prático se houver consenso financeiro entre as partes.
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