Seleção Brasileira — Em movimento estratégico para o próximo ciclo mundialista, a CBF blindou o ambiente de Carlo Ancelotti ao encaminhar a manutenção de Rodrigo Caetano, Cícero Souza e Juan Santos até a Copa de 2030.
- Em resumo: trio permanecerá mesmo com contratos atuais válidos só até 2026.
Trio ganha contrato estendido e mantém rotina intacta
Rodrigo Caetano seguirá como elo entre diretoria e comissão, Cícero Souza continuará no comando da logística, e Juan Santos permanecerá como ligação técnica diária. Segundo apuração interna, a decisão reforça o entendimento de que a continuidade de processos é vital para o sucesso em longo prazo.
Ao apostar na mesma estrutura por mais quatro anos, a CBF busca evitar a rotatividade que marcou ciclos anteriores e, assim, criar um ambiente previsível de trabalho rumo à próxima edição da Copa do Mundo.
“A avaliação interna é de que a estabilidade administrativa se tornou um dos pilares do trabalho conduzido por Carlo Ancelotti.”
Estabilidade vira peça-chave no projeto de Ancelotti
Desde a chegada do treinador italiano, Caetano ganhou protagonismo nas decisões estratégicas, participando da montagem de agendas e servindo como ponto de apoio para adaptação do técnico à realidade do futebol nacional.
Nos bastidores, Cícero Souza e Juan Santos também cresceram. O primeiro orquestra convocação, viagens e concentração; o segundo integra análise de desempenho e comunicação entre setores. Manter ambos evita rupturas operacionais justamente no momento em que o projeto volta a priorizar planejamento de longo prazo — algo que faltou em ciclos recentes da Seleção.
O que você acha? A estabilidade fora de campo aumentará as chances de título em 2030? Para acompanhar mais, acesse nossa cobertura completa.

