São Paulo — A queda por 3 a 1 diante do Juventude, em Caxias do Sul, encerrou a campanha tricolor na Copa do Brasil e escancarou fragilidades que vinham se acumulando nas últimas semanas.
- Em resumo: expulsão precoce e defesa exposta ampliaram a pressão sobre Roger Machado.
Inferioridade numérica afunda reação tricolor
O Juventude partiu para o ataque desde o apito inicial, precisando reverter a desvantagem do duelo anterior. Com linhas altas, ocupou o campo ofensivo e empurrou o São Paulo para trás. A postura agressiva rendeu finalizações de Marcos Paulo e Gabriel Pinheiro, até que a expulsão de Ferreira, ainda no primeiro tempo, agravou o cenário para os visitantes.
Com um homem a menos, o Tricolor perdeu qualquer resquício de controle. Na volta do intervalo, os gaúchos traduziram a superioridade em gols: Gabriel Pinheiro, Marcos Paulo e Luís Mandaca selaram a vitória que garante a vaga, dentro do regulamento da competição detalhado na página oficial da Copa do Brasil.
“A expulsão desmontou qualquer possibilidade de reorganização do São Paulo antes do intervalo.”
Barbieri firma identidade; Roger vira alvo
Enquanto Maurício Barbieri celebra a classificação com um time intenso e organizado, Roger Machado enfrenta questionamentos mais ruidosos. O treinador são-paulino viu sua equipe repetir falhas recorrentes: marcação aérea vulnerável, excesso de ligações diretas e instabilidade emocional quando sofre o primeiro gol.
Do lado mandante, a execução tática sustentou a pressão até o apito final. Mesmo contra um elenco apontado como tecnicamente superior, o Juventude dominou mentalmente o jogo, reforçando a imagem de equipe competitiva que vai além do papel — feito que ecoa como um dos momentos mais marcantes do clube na competição nacional.
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