Nuno Borges — O português número 1 do ranking nacional decidiu abandonar o ATP 250 de Genebra, realocando todas as energias na campanha de Roland Garros, que começa na próxima semana.
- Em resumo: Borges sai da chave suíça e prioriza o Grand Slam francês.
Decisão estratégica às vésperas do Slam
Com o saibro parisiense batendo à porta, Borges optou por não correr riscos físicos adicionais na Suíça. A saída foi oficializada na atualização mais recente da lista de inscritos divulgada pela organização do torneio.
A desistência ganhou companhia: Alexander Bublik também está fora. Segundo o comunicado, as vagas do português e do cazaque passam a ser ocupadas por Roman Andres Burrachaga e Ugo Carabelli, nomes que estavam na fila de espera. A mudança reforça a dinâmica volátil do calendário pós-Masters.
“Isto porque o número um nacional optou por não competir na prova suíça, de forma a focar-se una e exclusivamente no Grand Slam francês.”
Impacto na chave e no próprio Borges
Para Genebra, a baixa de dois cabeças de chave reduz o apelo de bilheteria, mas cria oportunidade valiosa para jogadores que buscam pontos no ranking. Já para Borges, a escolha significa chegar a Paris com uma semana extra de treino e recuperação, fator muitas vezes decisivo em partidas à melhor de cinco sets.
Historicamente, tenistas que priorizam preparação específica para Roland Garros costumam colher frutos; a superfície exige resistência prolongada e ajustes finos no footwork, como analisa relatório recente da ESPN sobre desempenho no saibro.
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