McLaren — Em meio à escalada tecnológica da temporada, a equipe britânica sinalizou que pode adotar a polêmica asa traseira “Macarena”, já vista nos carros de Ferrari e Red Bull, acirrando a corrida por downforce no grid.
- Em resumo: Brown admite estudo interno para replicar a asa que virou arma de rivais.
Ferrari abriu o caminho, Red Bull não ficou para trás
A peça apareceu pela primeira vez no SF-26 nos testes de pré-temporada no Bahrein, voltou a ser montada na China e ganhou versão refinada no GP de Miami, após um dia extra de filmagem em Monza. A cobertura internacional da ESPN destacou que a Red Bull levou ao mesmo fim de semana um desenho próprio, alegando ter concebido o projeto antes da revelação italiana.
Com duas concorrentes já colhendo dados de pista, o conceito ganhou status de tendência obrigatória para quem briga na frente. O desenho curva o fluxo de ar e promete mais aderência na traseira, atributo que pode decidir corridas em circuitos de alta velocidade.
“Nós pensamos nisso. Como você pode imaginar, todas as equipes observam o que as outras fazem. É algo inteligente e acreditamos que pode ser benéfico, então não estou surpreso em ver outra equipe utilizando isso”, afirmou Zak Brown à Sky Sports F1.
Histórico de ousadia reforça decisão
Não é a primeira vez que Woking investe em soluções de efeito cascata para forçar a FIA a rever o regulamento. Em 2024, a McLaren introduziu a chamada “asa flexível”, movimento que levou a entidade a endurecer as inspeções de rigidez.
Mais recentemente, a equipe conviveu com suspeitas da Red Bull sobre um possível método de resfriar pneus durante as corridas. Nenhuma irregularidade foi comprovada, mas o episódio fortaleceu a fama de criatividade agressiva no departamento técnico.
O que você acha? A nova asa pode colocar a McLaren no mesmo patamar de Ferrari e Red Bull? Para acompanhar mais análises e bastidores do esporte, visite nossa página principal.

