Coco Gauff — Número 4 do ranking mundial, a norte-americana voltou a disparar contra o formato estendido dos WTA 1000, alertando que o modelo de duas semanas reduz o ritmo competitivo e complica o planejamento às vésperas do US Open.
- Em resumo: Gauff reclama de passar um mês na estrada disputando apenas dois torneios.
Calendário inflado pressiona as jogadoras
A crítica de Gauff se soma ao coro de atletas que veem nos eventos de 14 dias um risco para a sequência competitiva. O intervalo maior entre jogos diminui a chance de manter a forma e, se a eliminação acontece cedo, sobra tempo ocioso no meio da temporada, como aponta o calendário analisado pela ESPN Brasil.
A tenista destacou que esses torneios fazem sentido no início do ano, quando o circuito ainda engrena, mas se tornam um peso quando a maratona de viagens se aproxima dos Grand Slams norte-americanos.
“Não gosto muito de jogar torneios de duas semanas seguidos. Por sorte cheguei aos quartos de final aqui, mas se perco depressa penso: ‘E agora, o que faço?’”
Impacto direto antes do US Open
Gauff lembrou que, em vez de competir quatro torneios em quatro semanas, acaba ficando limitada a duas participações, o que pode afetar ritmo e pontuação no ranking.
Historicamente, o US Open costuma ser o momento de virada para muitas atletas, e chegar sem volume de jogo pode custar caro em uma chave sempre imprevisível.
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