Goiás — Eliminado da Copa do Brasil após a derrota por 1 a 0 para o Cruzeiro na Arena Mineirão, o Esmeraldino deixou Belo Horizonte com sentimentos mistos: um desempenho competitivo elogiado por Daniel Paulista e a preocupação com a possível fratura do goleiro Tadeu.
- Em resumo: Técnico vê “time fortalecido” mesmo fora do torneio, mas perde seu capitão por lesão grave.
Plano para travar o meio campo cruzeirense
Antes de a bola rolar, Daniel Paulista priorizou a organização defensiva. A comissão identificou o jogo interno adversário como principal ameaça e montou uma linha compacta para fechar corredores. De acordo com o regulamento detalhado pela Confederação Brasileira de Futebol, qualquer igualdade no placar agregado levaria a decisão para pênaltis, cenário que o treinador tentou provocar ao limitar espaços.
O técnico também justificou a ausência de Diego Caito entre os titulares. O zagueiro voltou recentemente de 21 dias sem treinar e, segundo Daniel, ainda requer controle de carga para evitar recaídas.
“A ideia inicial era ter uma equipe mais organizada no sentido defensivo para tentar conter o ímpeto da equipe do Cruzeiro. Apesar da eliminação, acredito que fizemos um bom papel na Copa do Brasil”.
Lesão de Tadeu vira alerta na Serrinha
No fim do jogo, o choque que tirou Tadeu de campo de ambulância mudou o clima. Capitão e referência do elenco, o goleiro preocupa pelo impacto direto na Série B, principal meta alviverde em 2026. Daniel já sinalizou que o experiente Thiago Cardoso deverá assumir a meta enquanto o titular se recupera.
Para o treinador, a forma valente como o grupo buscou o empate, mesmo fora de casa e contra elenco “um dos mais fortes do país”, reforça confiança para o restante da temporada. Esse espírito competitivo, acredita ele, será fundamental no objetivo de recolocar o clube na elite.
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