Fórmula 1 — A categoria avalia adotar, já na próxima etapa, um sistema de luzes coloridas na traseira dos carros, recurso que promete diminuir o risco de toques e pode debutar no GP do Canadá.
- Em resumo: Roxo, azul e amarelo revelarão ao rival quanta energia elétrica o carro da frente ainda tem.
Sinalização vai além do vermelho tradicional
Hoje, as lanternas traseiras dos carros de F1 só acendem em vermelho e em circunstâncias restritas, como chuva intensa ou problemas mecânicos. A ideia agora é transformar esse dispositivo em um “semáforo” de alta velocidade, oferecendo informação instantânea sobre a unidade híbrida, detalha a ESPN.
Caso receba o aval das equipes e da FIA, o novo código cromático poderá entrar em vigor em dez dias, justamente na corrida de Montreal, considerada um dos traçados onde frenagens bruscas em alta velocidade mais castigam pneus e freios.
A proposta prevê o uso de luzes coloridas para indicar ao piloto que vem atrás o nível de energia disponível no carro à frente.
Segurança já orienta o regulamento de 2026
A discussão faz parte do pacote regulatório que será completamente revisto em 2026, temporada em que motores mais eficientes e carros mais leves obrigarão a FIA a redobrar cuidados com acidentes de elevada energia.
Mesmo antes dessa virada, a categoria tem testado pequenos ajustes: alterações nas sessões de classificação, limites de potência em volta de saída e, agora, um possível “sistema de alerta visual” que pretende antecipar situações de superclipping ou perda de carga elétrica.
O que você acha? A adoção das luzes multicoloridas realmente pode evitar colisões ou só aumentará a distração dos pilotos? Para acompanhar mais atualizações do mundo esportivo, acesse nossa cobertura completa.

