Oscar Piastri — O australiano, destaque da McLaren, virou alvo da Red Bull e recebeu um aviso duro de Rob Smedley, ex-engenheiro da Ferrari, sobre os perigos de deixar uma equipe em ascensão por outra já consagrada.
- Em resumo: Smedley diz que trocar uma equipe forte por protagonismo em outro time “nunca termina bem”.
Experiência na Ferrari vira lição para o australiano
Smedley comparou o cenário de Piastri com casos que acompanhou em Maranello e lembrou quantas carreiras se complicaram após decisões precipitadas. Em entrevista ao podcast High Performance, ele destacou que deixar um carro competitivo por “status de primeiro piloto” raramente paga o preço esperado, argumento que ecoa em análises da imprensa especializada internacional.
Com os bastidores da Red Bull ainda girando em torno do futuro de Max Verstappen, o nome de Piastri ganhou tração nos últimos dias como possível substituto caso o holandês mude de ares. O interesse envolveria esforços de Laurent Mekies e Oliver Mintzlaff para seduzir o jovem talento.
“Se você é um piloto naquela equipe e está sofrendo contra o seu companheiro de equipe, pensando nos meus tempos de Ferrari, qual é a opção?”
Risco de repetir um roteiro conhecido na Fórmula 1
Smedley reforçou que já testemunhou várias tentativas semelhantes — e praticamente todas acabaram em frustração. O alerta serve para lembrar que, apesar do apelo de guiar pela Red Bull, a McLaren deu sinais concretos de evolução e proporciona a Piastri um ambiente onde ele cresce ao lado de Lando Norris.
Sem confirmação oficial de negociação, o debate expõe uma questão recorrente na categoria: a busca por vitórias rápidas versus a construção de um projeto sólido. Para Piastri, a escolha pode definir a curva de sua carreira na elite do automobilismo.
O que você acha? Piastri deve apostar na segurança da McLaren ou encarar o desafio de liderar a Red Bull? Para acompanhar mais, acesse nossa cobertura completa.

