Alpine — A equipe francesa avalia trocar de identidade para a temporada 2027 da Fórmula 1 após avançar conversas com a Gucci, que estuda assumir o posto de patrocinadora máster e estampar o nome do time.
- Em resumo: Gucci pode substituir a BWT e rebatizar a escuderia como Gucci Alpine Formula One Team.
Nome histórico em jogo
Atualmente batizada de BWT Alpine, a escuderia tem acordo válido só até o fim do campeonato atual. Se o contrato não for renovado, abre-se espaço para um novo naming rights a partir de 2027, informação antecipada pelo GPblog e repercutida pela mídia especializada.
O interesse da Gucci está ligado ao grupo Kering, casa da grife de luxo e comandado por Luca de Meo desde o meio do ano passado. De Meo conhece bem a estrutura: foi CEO da Renault por anos e é considerado um dos maiores defensores da presença da montadora na F1.
“a Alpine Formula One Team está constantemente à procura de novas oportunidades de parceria e mantém contato com uma ampla gama de marcas e empresas como potenciais parceiras. As discussões, no entanto, são sempre mantidas em sigilo e divulgadas somente após confirmação e acordo entre todas as partes.”
Por que a mudança importa
A adoção de um nome associado ao luxo colocaria a Alpine em um patamar de marketing raramente visto no grid, aproximando-a de movimentos históricos como a rebatização de equipes por grandes patrocinadores—casos já vividos por escuderias que viraram Benetton, Jaguar ou Lotus.
Se confirmada, a parceria ampliará a visibilidade da marca italiana na F1 e pode influenciar na atração de novos patrocinadores para o paddock, cenário que acompanha a escalada de investimentos na categoria. Segundo especialistas, acordos de naming rights costumam injetar dezenas de milhões de dólares por temporada, verba crucial para o desenvolvimento dos carros.
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