Audi — Em seu ano zero na Fórmula 1, a equipe alemã ainda ocupa a nona colocação no Mundial de Construtores, mas já definiu um alvo ambicioso: chegar ao primeiro pódio em 2028, segundo Mattia Binotto.
- Em resumo: Binotto confia nos “fundamentos certos” do carro e vê 2028 como prazo realista para a Audi subir ao pódio.
Base técnica sustenta o otimismo
No podcast Pitstop, o italiano avaliou que a estrutura montada em 2026 oferece o ponto de partida desejado. A primeira amostra veio com o nono lugar de Gabriel Bortoleto na Austrália — único top-10 da nova operação até agora. Mesmo assim, a Audi já ficou à frente de Aston Martin e Williams antes da etapa de Miami.
Para Binotto, evitar falhas de concepção é vital num cenário de teto orçamentário. Ele lembra que equipes que iniciam um ciclo com problemas estruturais “desperdiçam tempo e recursos” tentando corrigir o rumo. Uma análise da ESPN sobre o impacto do limite de gastos reforça como esse detalhe pode definir hierarquias na F1 atual.
“Os fundamentos do carro estão certos, e isso é o mais importante”.
Identidade renovada após era Sauber
Apesar do escopo ainda enxuto, o projeto passa por transformação completa. Binotto descreve 2026 como “ano zero”, momento de alinhar pintura, marca e mentalidade ao mantra “nós somos Audi”.
Comparando a jornada a uma escalada do Everest, ele admite que “apenas começamos a subida”. Mesmo sem descartar surpresas, estipula 2028 como horizonte lógico para ver um carro vermelho e prata no top-3.
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