Ford — A montadora celebrou a decisão da FIA de alterar a repartição entre combustão e eletricidade nas unidades de potência da Fórmula 1 para 2027, resposta direta às reclamações que tomaram conta do paddock, capitaneadas por Max Verstappen.
- Em resumo: Motores passarão de quase 50/50 para 60/40 em favor da combustão, dando alívio ao ritmo de classificação.
Menos bateria, mais velocidade
Pelo novo desenho, cerca de 60% da energia virá do motor a combustão contra 40% dos sistemas elétricos, redução que a Ford considera “um bom passo” para tornar as corridas mais agressivas. A formatação anterior, alvo de críticas desde o início de 2026, forçava pilotos a pouparem bateria e gerava voltas de classificação mais lentas, como detalha a cobertura da ESPN.
Verstappen esteve entre os primeiros a levantar a voz, alegando prejuízo às disputas roda a roda. O coro ganhou força à medida que as provas se tornaram estratégicas demais para o gosto do público.
“Mas acredito que esse é um bom passo para ajudar as corridas e o produto na pista.”
Desafio de recuperar terreno
A revisão de regras chega enquanto as equipes ainda tentam domesticar os novos propulsores introduzidos nesta temporada. Parceira da Ford, a Red Bull soma apenas um quinto lugar nas quatro primeiras etapas de 2026, realidade que exige rápida reação.
Mark Rushbrook lembrou que, no ano passado, a equipe saiu do fundo do grid para quase levar o campeonato, sinal de que o projeto tem margem de evolução — especialmente agora, com regulamento mais alinhado ao estilo agressivo de Verstappen.
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