McLaren — Em posição de alerta, a equipe britânica defende que a primeira grande revolução nos motores da Fórmula 1 seja adiada para 2028, alegando que o calendário atual inviabiliza o desenvolvimento adequado das novas unidades de potência.
- Em resumo: Andrea Stella afirma que fabricantes não conseguem atender às exigências técnicas até 2027.
Mais potência elétrica e fluxo de combustível estão na mesa
Stella quer aproveitar o regulamento vigente para ajustar pontos críticos, como elevar o limite de recuperação de energia para até 450 kW e liberar maior fluxo de combustível no motor a combustão. A medida, segundo o dirigente, equilibraria o tempo que os carros passam consumindo energia elétrica e o período dedicado à recarga, tema que domina os debates técnicos na categoria, de acordo com cobertura da ESPN.
Na prática, o chefe da McLaren acredita que ampliar a potência elétrica tornará os carros mais competitivos e sustentáveis, mas admite que essas alterações exigem baterias maiores e uma revisão profunda na arquitetura das unidades híbridas.
“Do ponto de vista de ajustes de hardware nas unidades de potência para melhorar a Fórmula 1 em geral, pessoalmente acho que eles são necessários. Isso passa realisticamente por aumentar o fluxo de combustível para elevar a potência do motor a combustão e recuperar mais energia do que se utiliza”.
Fabricantes querem prazo extra para repensar a arquitetura
Embora a F1 visasse 2027 para introduzir o novo regulamento — atraindo Audi, Honda, Ford/Red Bull e futuramente a Cadillac da General Motors — Stella sustenta que um ciclo adicional daria às montadoras tempo hábil para redesenhar componentes-chave sem sacrificar confiabilidade ou custos.
A dilatação do cronograma também mitigaria o risco de disparidades de performance logo no primeiro ano das novas regras, preocupação constante entre equipes de ponta e estreantes.
O que você acha? O adiamento para 2028 traria benefício competitivo ou apenas postergaria problemas? Para acompanhar mais, acesse nossa cobertura completa.


