Jannik Sinner — Líder do ranking e em fase irresistível, o italiano surpreendeu ao manter o Masters 1000 de Madrid em um calendário já apertado com Monte-Carlo e Roma.
- Em resumo: Confiança física pós-Monte-Carlo levou Sinner a incluir Madrid e a ampliar feitos inéditos como nº 1.
Confiança pós-Monte-Carlo selou o sim
O debate sobre a presença de Sinner em Madrid ganhou fôlego quando muitos imaginavam que ele priorizaria repouso entre dois torneios importantes no saibro. Segundo o técnico Simone Vagnozzi, a decisão foi tomada no vestiário após o título em Monte-Carlo, quando o pupilo garantiu estar “zero” fisicamente e com moral de sobra. O entorno viu ali a chance de esticar o bom momento em quadra e tentar novos recordes no circuito da ATP.
Com o aval médico e a confiança do próprio jogador, a equipe optou por não desperdiçar a maré favorável. Resultado: além de Madrid, Sinner já desembarcou em Roma embalado, explorando a mesma sequência que o colocou no topo do ranking mundial.
“No início da temporada fizemos um calendário provisório e mantivemos a hipótese de jogar em Madrid em dúvida. Depois de ganhar em Monte-Carlo, Jannik disse-nos que estava bem fisicamente e, tendo em conta a confiança com que estava a jogar, decidimos ir a Madrid”.
Calendário carregado, porém planejado
Embora pareça um risco incluir três eventos de elite em tão pouco tempo, Vagnozzi garante que tudo segue um roteiro criterioso de cargas e descansos. A escolha de Madrid, longe de ser impulso, foi calculada para manter ritmo competitivo antes de Roma, sem comprometer a preparação para Roland Garros.
Históricamente, tenistas que ocupam o posto de número 1 costumam moldar a agenda para maximizar títulos e defender pontos. Sinner, agora em seu melhor momento, se junta a esse grupo que busca dominar toda a gira europeia de saibro e consolidar legado ainda jovem.
O que você acha? A aposta de Sinner em um calendário tão intenso vai render mais troféus ou cobrará preço físico? Para acompanhar mais, acesse nossa cobertura completa.

