Palmeiras — O empate por 1 a 1 com o Remo, no Mangueirão, deixou de ser apenas mais um jogo da Série A ao ter um gol anulado nos acréscimos que tirou o Verdão da vitória e acendeu um alerta contra a arbitragem.
- Em resumo: Diretor Anderson Barros diz ser “inadmissível” o VAR invalidar o gol de Bruno Fuchs nos minutos finais.
VAR no centro da polêmica
Aos 49 do segundo tempo, Bruno Fuchs mandou para a rede, mas o árbitro Rafael Klein anulou após checagem de toque de mão no início da jogada. Barros discordou da interpretação e, de celular em mãos, leu o trecho da regra que, segundo ele, confirmaria a legalidade do lance. O dirigente promete levar o caso às próximas reuniões com a Confederação Brasileira de Futebol.
Na visão do Palmeiras, esse tipo de decisão compromete a credibilidade do campeonato e precisa de resposta imediata da Comissão de Arbitragem.
“Tocar acidentalmente na mão, ou no braço de um jogador de ataque. Em seguida, um companheiro de equipe finalizar e marcar o gol, o tento é legal e confirmado. O toque acidental, no início da jogada, não é infração quando sobra para outro jogador”.
Liderança ameaçada e cobrança à CBF
O Verdão foi a 34 pontos e manteve a ponta, mas viu a diferença para o Flamengo cair para quatro, um cenário que preocupa em uma corrida de regularidade onde cada detalhe conta. Barros ressaltou que o clube participa “de todas as reuniões” com a CBF, porém não enxerga avanços práticos.
O dirigente classificou o episódio como o limite da paciência alviverde e exigiu “providências urgentes” para que erros como o do Mangueirão não se repitam, reforçando que o campeonato não pode ser decidido no apito.
O que você acha? O Verdão tem razão em pressionar a arbitragem ou foi lance interpretativo? Para acompanhar mais da Série A, acesse nossa cobertura completa.

