Mercedes — Aproveitando a pausa de cinco semanas entre os GPs do Japão e de Miami, a equipe alemã mergulhou em sessões exaustivas de simulador para sustentar a campanha perfeita na temporada 2026 da Fórmula 1.
- Em resumo: piloto reserva Frederik Vesti completou cerca de 1.000 voltas virtuais antes do GP de Miami.
Simulador vira arma secreta em Brackley
O dinamarquês Frederik Vesti relatou que, assim que a bandeirada caiu em Suzuka, ele voltou à fábrica em Brackley e praticamente não saiu do cockpit virtual. O objetivo: antecipar cenários de pista, estratégias de pneus e validar ajustes aerodinâmicos antes da viagem aos Estados Unidos. De acordo com matéria da ESPN, o trabalho intenso no simulador tem sido a espinha dorsal do desenvolvimento da Mercedes nos últimos anos.
A maratona de voltas também prosseguiu após o GP de Miami, tática que a equipe acredita ser decisiva para manter a dianteira técnica sem expor novidades antes da hora.
“Foram perto de mil voltas antes de Miami. E também depois. Eu voei direto de volta para Brackley, direto para o simulador”.
Dominância intacta e foco no Canadá
Enquanto rivais exibiam pacotes de atualização em Miami, a Mercedes preferiu “guardar munição” para o GP do Canadá, no fim de maio. Mesmo assim, o time venceu todas as corridas de 2026: George Russell abriu o ano triunfando na Austrália e na Sprint da China, e o novato Kimi Antonelli emendou três vitórias seguidas na China, Japão e Miami.
Com apenas 19 anos, Antonelli tornou-se o piloto mais jovem a liderar o campeonato e já sustenta 20 pontos de vantagem sobre Russell. A consistência dá à Mercedes margem para calibrar novidades sem correr riscos imediatos de tabela.
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