Bahia poupa Everton Ribeiro mirando confronto decisivo

Bahia — Durante a pausa para amistosos, o Tricolor optou por deixar Everton Ribeiro fora do duelo com o Fluminense, no Maracanã, preservando o meia para o reinício do Campeonato Brasileiro.

  • Em resumo: dores lombares afastam o camisa 10 do amistoso contra o Flu.
  • Jogador faz semana cheia de treinos e deve reforçar o time diante da Chapecoense.

Planejamento físico define ausência no Maracanã

O Bahia encara o Fluminense em amistoso neste domingo (12), às 16h, mas não terá em campo seu principal articulador ofensivo. Segundo o repórter Yuri Santana, a decisão de poupar Everton Ribeiro é fruto de um planejamento específico para que o atleta atinja a condição ideal na volta do Brasileirão.

Ribeiro sentiu fortes dores na lombar ainda na intertemporada e, por precaução, foi retirado da lista de relacionados contra o Montevideo City Torque. Desde então, completou sete dias de atividades sem restrição no CT Evaristo de Macedo, indicando evolução significativa no quadro.

Mesmo recuperado, o meia permanecerá em Salvador enquanto o elenco viaja para o Rio de Janeiro. A comissão técnica quer evitar qualquer sobrecarga antes do compromisso de sexta-feira (17) contra a Chapecoense, partida atrasada da Série A já registrada na agenda oficial da Confederação Brasileira de Futebol.

Retorno programado contra a Chapecoense

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Com a equipe pressionada a pontuar em casa, o técnico avalia que ter o camisa 10 em plenas condições físicas pode ser a diferença entre manter-se no bloco de cima ou cair na metade da tabela. Por isso, a confirmação da titularidade ocorrerá somente após as últimas sessões de treino, quando serão observados intensidade, mobilidade e resposta clínica do atleta.

Análise: gestão de elenco na pausa

A opção de segurar Everton Ribeiro reforça a tendência de alguns clubes brasileiros de transformarem datas de amistosos em laboratório sem comprometer jogadores-chave. O risco de perder o meia por lesão justamente às vésperas de um jogo que pode redefinir a posição do Bahia na classificação justificou a medida cautelar.

O cenário também evidencia que o Tricolor aposta na experiência do ex-seleção brasileira como trunfo para quebrar defesas fechadas, carência que ficou evidente nos 180 minutos anteriores à interrupção da liga. Preservá-lo, portanto, não é apenas precaução médica, mas parte de uma estratégia tática de médio prazo.

O que você acha? O Bahia acertou ao priorizar o Brasileirão e preservar seu camisa 10? Para acompanhar mais atualizações do clube, acesse nossa cobertura completa.


Marcelo Freire trabalha com conteúdo digital há mais de uma década e lidera a equipe editorial da Tribuna Futebol. Ao longo da carreira, participou da criação e desenvolvimento de projetos online voltados à informação e entretenimento. No dia a dia, acompanha de perto tudo o que é publicado, revisando conteúdos e orientando a equipe para manter um padrão claro, confiável e alinhado com o que o leitor realmente busca quando procura informações sobre futebol.