Assistência histórica de Messi supera Pelé e faz novo recorde

Argentina — Em duelo decisivo das quartas de final da Copa do Mundo, Lionel Messi serviu Alexis Mac Allister logo aos 10 minutos e alcançou sua 10ª assistência em Mundiais, quebrando o recorde que pertencia a Pelé. A partida teve transmissão da Record.

  • Em resumo: Messi se torna o maior garçom da história das Copas, com 10 passes para gol.
  • O capitão participou de todos os tentos da Argentina na edição atual do torneio.

Recorde isolado nas Copas

O escanteio cobrado por Messi garantiu um lugar exclusivo na história. Aos 39 anos e em sua provável despedida de Mundiais, o camisa 10 não apenas superou Pelé, como também se tornou o primeiro atleta a combinar 10 assistências, 15 grandes chances criadas, 10 dribles completos, 11 passes em profundidade e 13 faltas sofridas no torneio, segundo a estatística oficial da FIFA. Esses números reforçam a onipresença do argentino na campanha da Albiceleste, que segue viva na competição.

O feito é reconhecido pela própria FIFA em seus registros históricos, consolidando a marca de Messi como referência para futuras gerações.

“É impressionante o que Messi fez nessa Copa. A Argentina é ruim”.

O comentário, reproduzido de uma das principais redes sociais, sintetiza a percepção de parte dos torcedores: sem a genialidade do craque, a seleção sul-americana tenderia a sofrer ainda mais em jogos de mata-mata.

Reação imediata nas redes

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Minutos após o apito final, as plataformas digitais foram inundadas por menções ao novo recorde. Hashtags ligadas ao camisa 10 figuraram entre os assuntos mais comentados mundialmente. Muitos usuários destacaram que, mesmo sem balançar as redes no tempo regulamentar, o capitão manteve domínio total das ações ofensivas e foi decisivo para a classificação, selada por Julián Álvarez na prorrogação.

“A verdade é que a Seleção da Argentina sem o Messi sendo decisivo é ruim”.

A frase reforça a tese da “Messidependência”, discussão que ganha força sempre que o argentino brilha em fases agudas do torneio.

Análise: dependência da Albiceleste em Messi

Os números destacados nesta edição do Mundial evidenciam um padrão: a maior parte dos gols argentinos passa obrigatoriamente pelos pés de Messi. O capitão é o responsável por ligar meio-campo e ataque, ditar o ritmo e encontrar espaços que poucos jogadores enxergam. A cada nova estatística batida, o debate sobre alternativas ofensivas para o futuro da seleção volta à pauta técnica e midiática.

Além disso, a comparação direta com Pelé — ícone que dominou o cenário mundial em outra era — projeta a figura de Messi não apenas como lenda contemporânea, mas como ponto de interseção entre gerações, algo valorizado em rankings históricos e premiações individuais.

O que você acha? A Argentina conseguirá encontrar novas soluções ofensivas quando Messi se aposentar da seleção? Para acompanhar mais sobre a Copa, acesse nossa cobertura completa.


Maria Dias atua na área de conteúdo digital e é responsável pela organização editorial da Tribuna Futebol. Com experiência em comunicação e gestão de equipes, acompanha o planejamento das publicações e garante que os conteúdos sigam um padrão consistente. Seu trabalho é focado em manter o site atualizado, com informações claras e bem estruturadas, facilitando a leitura e a navegação para quem acompanha futebol diariamente.