ARGENTINA — A seleção sul-americana salvou a defesa do título mundial ao reagir de um 0–2 para um dramático 3–2 sobre o Egito, resultado que a coloca nas quartas de final da Copa do Mundo de 2026 e gerou imediata comoção nas redes.
- Em resumo: gol de Enzo Fernández nos acréscimos concretizou a virada na fase de mata-mata.
- Antonela Roccuzzo, esposa de Messi, viralizou ao se declarar logo após o apito final.
Messi oscila, mas acende a chama da reação
A história da partida, disputada na cidade norte-americana de Nova York, parecia caminhar para um capítulo trágico quando Yasser e Zico colocaram o Egito dois gols à frente ainda no primeiro tempo. A frustração argentina se intensificou com a defesa de Shobeir no pênalti cobrado por Lionel Messi, o quarto desperdiçado pelo camisa 10 em Copas, de acordo com dados oficiais da FIFA.
Na volta do intervalo, porém, a postura dos atuais campeões mudou radicalmente. Cristian Romero diminuiu de cabeça, Messi empatou ao aproveitar bola viva na área e, nos acréscimos, Enzo Fernández completou a virada que estremeceu o estádio e prendeu a respiração de quem acompanhava a transmissão.
“Messi, já não há palavras”
O breve, porém contundente, recado postado por Antonela Roccuzzo ganhou milhares de curtidas em minutos e sintetizou o alívio de uma nação que acompanhou 90 minutos de montanha-russa emocional.
Antonela vira porta-voz da torcida portenha
Fora de campo, a comoção continuou. Antonela não só exaltou o marido, mas estendeu o apoio a todo o elenco, reforçando a conexão entre família, torcida e seleção que se consolidou desde o título anterior.
“Vamos, Argentina”.
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Ao ecoar o grito que costuma ressoar das arquibancadas, a empresária transformou a celebração em uma mensagem coletiva de confiança num grupo que, mesmo campeão, demonstra vulnerabilidades.
Análise: sinal de alerta mesmo com a virada
A vitória heroica encobre falhas defensivas que exigem correção imediata. O Egito, time que não figurava entre os favoritos, capitalizou erros de saída de bola e encontrou espaço às costas dos volantes argentinos. Caso esses ajustes não ocorram, o próximo adversário — Suíça ou Colômbia — terá munição para complicar novamente a caminhada alviceleste.
Do ponto de vista psicológico, contudo, o efeito do triunfo pode ser decisivo. Superar um 0–2 revigora a autoconfiança de atletas experientes e reafirma a mística de um elenco que se recusa a ceder, algo recorrente desde a conquista de 2022.
Restará saber se a seleção conseguirá equilibrar a inspiração ofensiva de nomes como Messi e Enzo Fernández com uma retaguarda menos exposta. Especialistas consultados em nosso hubsobre Copa do Mundo apontam o ajuste coletivo como a chave para manter vivo o sonho do bi consecutivo.
O que você acha? A virada heroica mascara falhas ou prova que a Argentina tem DNA de campeão? Para acompanhar mais análises e bastidores do Mundial, acesse nossa cobertura completa.


